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quinta-feira, 28 de junho de 2012

De Físicos a Médicos


Os médicos, que já não são os únicos académicos nos hospitais, deverão perder algum poder para enfermeiros e outros técnicos de saúde, à semelhança do que acontece noutros países ocidentais.
Quanto à escolha dos medicamentos, se são todos iguais, porque há-de o clínico ter a última palavra na escolha comercial da droga? Deverá responsabilizar-se apenas pela escolha da molécula e dosagem, mas deverá ser o utente a escolher a marca a adquirir.
Por último, os médicos devem perceber que a luta que travam há décadas contra o fim do seu direito de escolher a marca comercial dos medicamentos, ao mesmo tempo que se sabe de grandes passeios, denominados como congressos, pagos pelas farmacêuticas e abastadas lembranças de doentes, principalmente no Natal, estão a corromper o seu prestígio. A Ordem respectiva deveria por fim a essas práticas. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Factos desde Portugal


- Uma farmacêutica suspendeu a venda de medicamentos aos hospitais devido ás dividas acumuladas;
-O desemprego atinge níveis elevadíssimos e todos os dias fecham empresas;
- Milhares de portugueses não vêem alternativa de trabalho cá e emigram;
- O Estado continua um monstro de burocracia, contradições e complicações desanimando quem quer investir;
- As famílias vão falindo e entregando as casas aos bancos. Soube-se recentemente que o número de casos em que ambos os cônjuges estão desempregados vem aumentando;
- Os portugueses afirmam em sondagens que este Governo é mau mas não acreditam que outro fizesse melhor;
- A divida publica do país, excluído empréstimo da troika, é de 200 mil milhões;
- Se não existisse a monumental conta de juros da chamada divida soberana, o Orçamento de Estado teria superavit;
- Não temos empresários e investidores suficientes nem há capital nos bancos para emprestar aos poucos que existem. A economia não cresce;
- A única esperança nacional é a industria exportadora, mas os nossos principais clientes são europeus e também estão com dificuldades;
- A oposição ao Governo argumenta que se deve diminuir a austeridade, mas não revela onde iria buscar as verbas necessárias;
- Há doentes que não vão aos tratamentos por não conseguirem pagar o transporte;
- Estamos a sofrer uma seca e prevê-se uma desastrosa época de incêndios;

etc, etc, etc.

Como dizia o sábio reduzindo a argumentação: "estamos tramados e só um milagre nos salvará".