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domingo, 9 de dezembro de 2012

Ministro Álvaro não desiste


Portugal e mais quatro países vão propor a reindustrialização da UE
A proposta tem sido dinamizada pelo ministro da Economia e do Emprego Álvaro Santos Pereira com o seu homólogo espanhol. O grupo considera que chegou o momento de a União Europeia (UE) inverter o ciclo de deslocalização de empresas e perda de emprego.

Álvaro, como este ministro gosta de ser chamado por toda a gente, escandalizou os sôtores nacionais por isso mesmo. Como era possível um académico, ministro, não exigir um tratamento digno? Como era possível ser tratado por Álvaro pelo seu motorista? O nosso mundo académico, depois de ter um 1ª Ministro com licenciatura falsificada, via agora um escândalo destes. Era o fim dos tempos.
Mais tarde, o grande Álvaro dá a ideia de massificar e mundializar a marca Pastel de Belém. Os miseráveis mentais que pululam por todo o lado arrasaram a excelente ideia do ministro. Os comediantes não tinham capacidade de compreender o alcance e a oportunidade de negócio que Álvaro lhe punha à frente das fuças. Devem ter sido os mesmos que chamaram forreta a Ingvar Kamprad, quando este visitou Lisboa e ficou numa pensão barata e circulava de eléctrico.
O Ministro Álvaro é dos poucos a perceber o verdadeiro problema do mundo ocidental: a fuga da indústria para oriente. Tenta lançar por cá melhores condições fiscais para quem queira investir em novos projectos e agora surge como líder deste projecto importantíssimo de reindustrializar a Europa

domingo, 25 de novembro de 2012

Europa cada vez mais desunida


A Europa desde há séculos que se tem vindo a tentar unir numa única estrutura económica e politica. Até à 2ª Guerra Mundial os vários projectos apresentados baseavam-se na força. Como nunca resultaram e até causaram a ruína dos países mentores de cada um deles, tentou-se então a via do consenso, sendo isso a génese da União Europeia.
Tudo correu bem até à eclosão da crise financeira e económica mundial que vivemos presentemente. Os países mais ricos que sustentam o orçamento comunitário querem reduzir drasticamente a sua contribuição e deverá ser assim até que a UE se torne em algo residual e deixe de fazer sentido. Ao mesmo tempo ganham força as ideias separatistas de regiões como a Catalunha que irão destruir os países onde estão presentemente integradas. Se a Catalunha conseguir a independência, rapidamente o País Basco e a Galiza seguirão a mesma pretensão. Mas temos a Córsega, Escócia, Irlanda do Norte, a Flandres, o Norte de Itália ou, por absurdo, a Madeira. Sem falar nas guerras que estas independências poderão causar, exactamente o que se pretendia contrariar com a construção da União Europeia..
Definitivamente, por este ou por aquele motivo, unir a Europa é uma tarefa impossível. Pelo contrário, a tendência  dos povos deste Continente é dividirem-se cada vez mais. E as tendências sociais são impossíveis de contrariar.