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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Tragédia na Síria



Pobre povo sírio. Estão a matar-se uns aos outros. E tanto ódio porquê? Uns porque querem defender e outros porque querem derrubar um regime, ditatorial, radical, genocida, destruidor e corrupto que teima em não largar o poder.
Apesar de a pala que alguns usam de anti-americanismo e anti-ocidente (países mais civilizados do planeta mas que esta gente culpa de todos os males), convém manter a frieza mental e a coerência sã e pensar que se este regime dinástico sírio tivesse democratizado a política interna há anos atrás, hoje não haveria guerra civil.
E não esquecer que tudo começou com uns protestos em Damasco, perfeitamente pacíficos, embora não autorizados, que os genocidas governantes tentaram extinguir lançando de imediato a aviação e artilharia sobre os manifestantes.
Há muitas jogadas de bastidores e muita contra informação e mesmo mentiras para derrubar a ditadura Síria? Claro que há! Mas quem defende a democracia admite o uso de todas as armas para acabar, de vez, com todo e qualquer regime autoritário.
    

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A Síria a caminho da liberdade, em ruínas


O Ministro Relvas ou o Bispo Januário deveriam ter já caído em si e abandonado todos os cargos públicos que exercem. O primeiro, motivo de chacota, está a prejudicar o Governo no esforço titânico para recuperar o país e o segundo está a envergonhar a Igreja a que pertence por acusar de crimes gravíssimos governantes do país sem provas, o que chega a ser caricato.

Mas na Síria é bem pior. 

Os governantes locais são usurpadores do poder e ditadores sanguinários, mas recusam-se a sair e a permitir eleições justas e livres em tempo de paz. Se voltarem a ser os mesmos não é importante, importante seria a eleição pelo povo dos detentores do poder na Síria. Só que  homens do poder na Síria preferem morrer, ou destruir o povo, a cair. Até já se falou em armas químicas, o que seria a desgraça total e o fim do apoio/neutralidade da Rússia nesta questão.
Mas, enfim, parece que o regime está mesmo condenado a a única questão é quantos milhares ainda vão morrer até que o poder caia mesmo.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Genocídio da Síria


Por cá exige-se que Relvas, membro de um Governo eleito pelo povo, se demita só porque a redacção do Público jura pelas fadinhas que ele pressionou indecentemente uma jornalista. 
Já Assad, lança a aviação, artilharia e milícias selvagens e assassinas sobre o povo que reclama a mudança de regime e democracia, mas, na opinião de alguns o ditador não se deve afastar do poder pois na vizinhança da Síria também há tortura e falta de democracia. Se seguíssemos este critério ainda hoje, na Europa, tínhamos Inquisição e homens superiores e inferiores à face da lei e dos costumes.
É certo que o ditador mandou a aviação e artilharia bombardear o povo e só convocou eleições (não se sabe se honestas e em clima de guerra o que as torna não representativas) após o início dos protestos.
Também é evidente que há muitos interesses estrangeiros na mudança de regime, mas, quem manda tanques, aviões e canhões contra o povo não é humano e não pode continuar no poder.    


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Massacres na Síria


Um novo massacre na Síria fez cerca de uma centena de vítimas na província de Hama. A oposição aponta o dedo às forças de segurança ao serviço de Bashar al-Assad, mas o governo de Damasco já desmentiu qualquer envolvimento.
Já não interessa saber quem é o culpado por estes actos bárbaros e animalescos.
A situação na Síria é de massacre e a comunidade internacional tem de intervir e derrubar o ditador e a ditadura férrea, a bem dos seres humanos que habitam naquele país.
Não esquecer que o pai do actual presidente ditador também não hesitava em assassinar, centenas ou milhares, não tinha importância.