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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O Ouro de António de Oliveira Salazar


António de Oliveira Salazar é ainda muito vilipendiado, mas há-de ter uma grande estátua e o seu nome dado a uma grande avenida da capital. Se o ditador brutal e assassino Marquês de Pombal tem, porque não merece igual distinção o honestíssimo e frugal ditador português do século XX que, segundo os mais isentos, salvou Portugal do caos jacobino da 1ª república?
Claro que a sacralização de Salazar só deverá acontecer após a morte de todos os membros da brigada do reumático anti fascista que ainda vegeta por toda a parte e tem, sejamos claros, uma forte influência na opinião pública portuguesa. Quando a tal reabilitação do ditador acontecer, uma das primeiras medidas será a mudança do nome da ponte sobre o Tejo.
Das quase 700 toneladas que o ditador patriota deixou nos cofres do Banco de Portugal (restam as tais 382 que também querem gastar já), além de 100 milhões de contos em divisas (preços da época) que já se evaporaram, todos os portugueses têm a certeza que António de Oliveira Salazar não ficou com um grama ou um centavo para ele.

E isto cai fundo na consciência nacional!

Sobretudo tendo em conta o gang de políticos que nos tem governado e arruinado...      

terça-feira, 20 de março de 2012

Salazar e o Estado Novo



Salazar era apelidado no seu tempo de génio das finanças. Nós diríamos antes que ele era, comprovadamente, um génio político. Foi pena não ter acreditado na Democracia e na Liberdade do povo e não ter tentado a sua implementação em Portugal. Hoje seria herói nacional.
Quando governou, primeiro como Ministro das Finanças e depois como 1º Ministro com poder total, o País e o Estado estavam arruinados e sem credibilidade devido aos desvarios dos jacobinos anteriores. Mas em pouco tempo e sem gastar muito dinheiro, Salazar conseguiu readquirir a disciplina social, fiscal, económica, militar e política.

Um exemplo demonstrativo do poder efectivo da autoridade do Estado, criado por Salazar, ocorreu em Sines, já após a morte do ditador. Um simples funcionário do Ministério da Economia, munido apenas de um cartão de identificação do Estado conseguiu um feito notável e, nos dias de hoje impensável: comprou, a preços de saldo, todos os terrenos necessários à construção do complexo petrolífero e sem se ouvir um único protesto ou regateio! Era deste calibre o domínio do Estado criado e implementado por Salazar sobre a Nação Portuguesa.    


Que contraste com os dias de hoje. Há 15 dias apenas, o Estado pagou em dobro, indevidamente ou por engano, as portagens na Ponte 25 de Abril à empresa privada Lusoponte. Esta disse que não devolvia o dinheiro e os governantes nada puderam fazer. Só a pressão da opinião pública obrigou à mudança deste embaraço. Assim se vê como está o crédito do Estado Português nos dias de hoje, comparativamente com o Estado Novo.

É claro que hoje é fácil falar, mas mais uma vez repetimos que foi pena Salazar não ter tido a coragem de democratizar o País, o mais tardar após a 2ª Guerra Mundial.