Mostrar mensagens com a etiqueta impostos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta impostos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

12 mil milhões de fugas aos impostos


Economia paralela vale quase um quarto do PIB e rouba 12,3 mil milhões
Um estudo divulgado em Bruxelas diz que a economia paralela em Portugal representa 23% do PIB e a perda de 12,3 mil milhões de euros por ano em impostos

Tendo em conta que estes números são fiáveis, considera-se que 12 mil milhões em impostos é muito dinheiro, é uma fortuna colossal e representa uma imensa fraude que é feita ao sistema fiscal todos os anos.
Se fosse possível recuperar um terço desse valor já não seria necessário cortar os 4 mil milhões no próximo ano na despesa estatal, nomeadamente nas prestações sociais. Em dez anos conseguiríamos, grosso modo, pagar metade da dívida monstruosa que os governos anteriores, principalmente o de Sócrates, deixaram e que agora penamos para tentar pagar.
Na era da informática em que tudo se sabe e tudo pode ser registado, não é possível avançar com um plano tipo o de Paulo Macedo enquanto foi director dos impostos e que tão bons resultados teve?
Os anos que se avizinham serão muito difíceis. A fiscalidade excessiva destrói empresas e famílias e, em última análise, a economia. Passos, Gaspar e Portas deveriam pensar seriamente em negociar com a troika e pedir-lhes para em vez de tanta austeridade lançar uma imensa campanha para se conseguir cobrar parte das enormes verbas que circulam na economia paralela.
Paulo Macedo, que é um grande patriota e que já conseguiu pôr em velocidade de cruzeiro a reforma e salvação do serviço nacional de saúde, poderia fazer mais um esforço e ser o mentor deste enorme plano.

sábado, 17 de novembro de 2012

Cobrança de impostos


O Governo continua a usar uma táctica engenhosa para conseguir mais receita dos bolsos já depauperados dos contribuintes portugueses. Note-se que essa receita é necessária para sustentar os 6 milhões de portugueses que vivem à custa do Orçamento de Estado.
E a táctica é a seguinte: 
Se o Governo precisa de cobrar 4 num determinado item, pede 10. Vêm os protestos da massa de portugueses pagantes e o Executivo baixa para 7. Espera para ver como param as modas e ou mantêm os 7 ou baixa ainda mais para 5 ou 6. Só nos casos de protestos massivos baixa efectivamente para 4
Ou seja, era necessário cobrar 4, consegue-se um valor superior e o Governo ainda fica com a imagem de dialogante e compreensivo.
Pois já é tempo de acabar com estas jogadas fiscais e atacar o bicho de frente.A despesa pública tem de diminuir e mais gente tem deixar o certeiro ordenado vindo do dinheiro dos impostos e arriscar uma aventura na área privada. 
Quem paga os impostos no nosso país agradece.

sábado, 3 de março de 2012

Selva

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, os trabalhadores das finanças estão a sofrer agressões quase diárias que, há uma semana, culminaram no espancamento de uma funcionária que fotografava em Viseu um imóvel para penhora.


É revoltante e inacreditável o ponto de incivilidade e impunidade a que o país chegou.


Vamos voltar ao tempo dos caciques e jagunços?
Como é possível um país permitir que trabalhadores no cumprimento da sua missão, que lhes é ordenada, sejam espancados e insultados?


Digo permitir pois em tribunal estas condutas não são valoradas ou as penas são suspensas.


Qualquer trabalhador no exercício da sua profissão, mas principalmente funcionários do Estado que exerçam funções respeitantes à soberania do poder publico, são intocáveis. E quem desrespeitar esta premissa fundamental deve ser gravemente punido, tem de sentir na pele e na carteira o castigo e ser exemplo para todos os energúmenos que possam ter a mesma postura.