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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Tricas e mais tricas


Só o Ministério Público pode pedir imagens às televisões
O Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República considera que a decisão de pedir imagens não editadas às televisões para investigações criminais compete ao Ministério Público e não à polícia, num texto referente ao caso envolvendo a RTP.

Não podem ver as imagens em bruto? Mas afinal o que pode a polícia fazer no combate ao crime? Os procuradores puseram a bota em cima das autoridades policiais e não tiram, têm de controlar todo o processo, os agentes não podem fazer nada sem pedir autorização ao procurador.
A polícia já nem pode usar as armas a não ser em legítima defesa e mesmo assim com muita cautela, não vá a tutela instaurar um processo disciplinar. 
Qual é o problema dos polícias irem a uma TV e pedirem aos jornalistas para verem imagens filmadas? É algum atentado à liberdade dos cidadãos?
A Justiça vai de mal a pior...

sábado, 1 de dezembro de 2012

Nuno Santos


Presidente da RTP não percebe "auto-flagelação" de Nuno Santos
Alberto da Ponte diz que não entende a posição de Nuno Santos, que se demitiu após o caso das imagens dos incidentes da manif de 14 de Novembro, requisitadas pela PSP.

Os titulares de cargos públicos de relevo em Portugal raramente saem do lugar com dignidade: pedem a demissão e seguem com as suas vidas.
Geralmente agarram-se ao lugar como lapas e só saem a "pontapé" caindo no ridículo perante a opinião pública; ou então saem por mote próprio, mas depois carpem misérias pessoais na praça enchendo a paciência de todos nós.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Vacuidade e falta de ideias


Inquérito interno diz que Nuno Santos autorizou PSP a ver gravações
O inquérito da RTP concluiu que o ex-director de Informação Nuno Santos autorizou a PSP a ver as imagens dos incidentes de 14 de Novembro

Ninguém sabe quem resolve dar mais ou menos importância a um determinado assunto para que este tenha destaque nos media. 
Mas este caso é tão oco, tão incipiente, tão mesquinho que não merece a menor atenção. Já devia estar esquecido no caixote do lixo da história. 
Insistir em falar nesta bodega é dar importância à vacuidade.