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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Obama o pacificador


Obama assume "falhas" e pede mais tempo para resolver "desafios"
O Presidente norte-americano, Barack Obama, aceitou a nomeação do Partido Democrata para a corrida presidencial na convenção do Partido Democrata - Visão

Obama não meteu o seu país em nenhuma nova guerra - daquelas em que eles se metem habitualmente e gastam triliões só para gastar os misseis e munições e dar uso ao restante material.

Só por isso merece ser reeleito.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Obama e Mitt Romney - actores do burlesco

As campanhas políticas norte-americanas são extremamente artificiais, nalguns casos as situações observadas são caricatas ou dementes. O candidato republicano parece um vendedor de branqueamentos dentários e Obama, que tem tiradas perspicazes e surpreendentes, estraga tudo com piadolas e esgares treinados.
Os americanos mostram o seu desagrado pela comédia obscena e fingida dos seus políticos com elevadíssimas taxas de abstenção e com o total desinteresse pela política.
Mas a desgraça maior acontece nas Convenções. As duas principais são iguais na forma e no conteúdo, que é oco e enganador e os espectadores parecem saídos dum manicómio. Como apenas têm autorização para fazer e dizer o que lhes mandam e como, na sua maioria, não são actores/políticos profissionais, o resultado final da contribuição dos delegados, imprescindível para a credibilidade do processo, é desastroso com trejeitos e movimentações totalmente absurdas. 
Como sempre, até à náusea, um triste e burlesco espectáculo...

  

sábado, 14 de abril de 2012

Barack Obama





Obama está a ver a vida a correr-lhe para trás.
Problemas com o seguro de saúde para todos os cidadãos (como é possível os EUA gastarem 1 trilião de dólares só na guerra do Iraque e não conseguirem garantir acessos de saúde a todos os cidadãos?); a divulgação da conversa com Medvedev sobre a questão da cooperação em segurança, mas após eleições; o escândalo de festas com prostitutas de 12 elementos dos sempre discretos Serviços Secretos durante a visita presidencial à Colômbia. São questões que não auguram bom futuro para o Presidente.
Quando ele afirmou que o principal objectivo dos EUA seria localizar e matar Bin Laden, à boa maneira do Far West, sem julgamento ou possibilidades de defesa para o pior terrorista de sempre, deverá ter perdido muitas simpatias na Europa do Estado de Direito e civismo.
Ainda não fechou Guatanamo; o Iraque está um caos; o Afeganistão é um barril de pólvora; o Paquistão parece esconder que afinal é o actual mentor do movimento terrorista islâmico internacional e da luta, por todos os meios, contra Israel; na Coreia do Norte o demente regime em vigência continua, impune, a preparar-se para melhorar o arsenal nuclear e a violar a sanidade do seu próprio povo; África está entregue à sua sorte e ao apetite dos rapinadores. 
Enfim, o consulado de Barack reduz-se a um enorme desânimo, não porque o Presidente não tenha boas intenções, porque as deverá ter, mas porque não é possível (é impossível) realizar tudo o que se quer, mesmo que se esteja investido democraticamente no cargo mais importante do mundo.