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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Banca e banqueiros, bancários em maus lençóis


Restaurantes e hotéis preparam alternativa ao multibanco
Para evitar as taxas decorrentes dos pagamentos com cartão, os setores da restauração e hotelaria estão a preparar uma alternativa, que permite pagar os serviços através do telemóvel, avança o Diário Económico desta quarta-feira - Visão

A banca, outrora, não há muitos anos, pujante, arrogante, determinante em qualquer acto económico ou financeiro, está hoje enfraquecida e a beira da ruína. São milhares de casas entregues por falta de pagamentos; empresas em falência que deixam milhões em calotes bancários; são projectos, muitos na área turística, que são encerrados após avultadas verbas serem investidas; balcões que vão encerrando, quando no passado recente abriam em qualquer esquina com algumas dezenas de habitantes.
Pelos vistos, já ninguém ou nenhuma empresa tolera pagar taxas bancárias exorbitantes pela comodidade de usar o MB e ter o dinheiro automaticamente na conta à ordem.
O futuro, também para os banqueiros e bancários é muito negro, mas neste caso, com dizem os financeiros filósofos, a banca é o coração da economia, pelo que estamos todos mesmo em maus lençóis e para os próximos lustros.  

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Mais críticas ao Pingo Doce


Deco contra restrição de cartões no Pingo Doce
Associação de consumidores considera que a não aceitação de pagamentos com cartões de multibanco e de crédito em compras inferiores a 20 euros prejudica a segurança e comodidade dos clientes. - Expresso

O Pingo Doce, desde que Alexandre Soares dos Santos se tornou o homem mais rico do país, está sob a mira das criticas dos idiotas úteis, ou invejosos, que pululam por toda a parte. O grupo, que é privado e não vive à custa do Orçamento de Estado, não pode tomar uma qualquer medida de gestão que cai logo sob as criticas fulminantes dos referidos cobiçosos. 
Mas o que é que a DECO tem a ver com o facto do Pingo Doce aceitar ou não cartões de crédito ou débito e em que condições? Desde que não existam práticas ilegais ou que prejudiquem de forma sub-reptícia o consumidor, nenhuma entidade se deve intrometer. Como existem outros grupos de distribuição, o consumidor que não queira andar com dinheiro e queira pagar com cartão bancário, pura e simplesmente não vai ao Pingo Doce, pode ir a outro grupo.
Já são muitos os comerciantes que não aceitam MB abaixo de determinado valor devido às usurpantes taxas e, pelo que parece, o grupo do Pingo Doce fez o mesmo. Caso contrário teria de repercutir nos preços dos produtos as comissões bancárias.