A Provedoria de Justiça é um bom organismo do Estado. Nem que seja apenas para que os cidadãos possam desabafar e ter a ilusão de que o seu problema é ouvido e será resolvido pela instituição. As suas deliberações não têm força de lei e servem apenas como aconselhamento aos governantes, que, em boa parte das ocasiões, fazem vista grossa ou ouvidos de mercador ao que o Provedor recomenda.
O personagem que de momento ocupa o cargo de Provedor, Alfredo José de Sousa, é talhado para o lugar. Descontraído, conformado e munido de uma paciência e calma sem limites deverá ser reconduzido pois demonstrou estar à altura.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Os comentários são livres.