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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Portugal e os Judeus


Os judeus, provavelmente devido ao dinheiro que têm por todo o mundo, são um povo peculiar. Não tinham terra (agora já têm) e andaram a vaguear pelo mundo à medida que iam sendo expulsos. Ou são amados pelo politicamente correcto, como no tempo do pós holocausto, de tal maneira que lhe deram a sua tão amada terra. Ou são odiados, como no tempo da Inquisição de D. João III ou da Fanática Isabel a Católica, ou agora, quando apenas querem defender a terra que lhes deram na Palestina. 
Mas o que me interessa agora é o maior erro da história da política portuguesa: a expulsão ou conversão à força dos judeus portugueses ordenada por D. Manuel I. Um rei tão elogiado por todos, mas que cometeu a maior grosseria política de que há memória na história do nosso país. Quando o comércio das especiarias estava a implantar-se e poderia lançar Portugal em definitivo como nação progressiva, pois negócio chama negócio e trás cada vez mais desenvolvimento, aquele rei expulsa quem dirigia toda a operação. Os financeiros, organizadores, enfim quem sabia lidar com negócios internacionais, que eram os judeus, foram expulsos da sua pátria.
A maior parte seguiu para a Flandres, onde hoje se verifica um dos maiores níveis de desenvolvimento económico do mundo.
A razão para a expulsão? O tal D. Manuel I queria casar com uma filha da fanática Isabel a Católica de Espanha e ela impôs-lhe a expulsão dos hebreus.
Podemos agradecer ao governante Manuel termos perdido a oportunidade fantástica das especiarias, uma das razões do nosso atraso. Tudo por causa de um casamento rasca.

domingo, 18 de novembro de 2012

Israel em mais uma guerra


Israel tem mais força militar e financeira, tem o apoio dos EUA, tem financiamento sem fim dos financeiros internacionais.
Ocupa terras que estão fora das fronteiras definidas pela ONU.
Tudo isso é verdade.
Mas se os árabes derem a Israel a paz, garantia de segurança, a guerra acaba e as terras ocupadas serão devolvidas.
Pena que os radicais muçulmanos não aceitem esta ideia.

sábado, 17 de novembro de 2012

Israel - Guerra sem fim à vista


O radicais do Hamas lançaram, de uma vez, 60 rockets sobre Israel, alguns atingiram Jerusalém. Israel mata o líder do Hamas e os palestinianos continuam a lançar rockets. Vendo que a ameaça palestiniana é perigosa, Israel inicia os ataques aéreos e prepara a invasão se se verificar que os jactos não resolvem o problema.
Os Palestinianos radicais não reconhecem o direito à existência de Israel e não se importam de provocar a intervenção militar israelita sobre si próprios e sobre o seu povo. Israel não olha a meios e não é proporcional na resposta, punindo inocentes e culpados.
Mas a questão da responsabilidade já não tem importância. Esta guerra está para ficar e mesmo que apeiem os clérigos do poder no Irão, a luta contra os sionistas terá sempre financiadores e mártires à disposição. 

domingo, 5 de agosto de 2012

Israel


Reunião dos países Não-Alinhados sobre a Palestina foi anulada depois de Israel de proibir a passagem de vários ministros pelas suas fronteiras - Expresso.

Se Israel não fosse acossado por todos os lados, talvez não fosse tão agressivo e vivesse normalmente, o que desconfio que é só que eles querem: viver normalmente.
Mas os fanáticos locais não querem normalidade por lá enquanto Israel existir.
Por outro lado, aquela região, dominada pelos extremistas da religião, teria muito a ganhar com a normalização das relações israelo-árabes. E não só a nível económico.