terça-feira, 4 de junho de 2013

Economia de rastos

Todo o processo de reajustamento tem como consequência aumento do desemprego, da divida e forte recessão económica. Portugal tinha e ainda tem uma economia muito dependente do Estado e do seu orçamento o que não é saudável e agrava bastante as premissas anteriores.
Mas não vale a pena explicar ou argumentar esta questão. Como é que um desempregado com fome e sem poder alimentar os filhos compreende ou sequer consegue ouvir estas razões?
Convém também dizer que quanto às previsões o Governo deveria usar a modelação de expectativas que tem usado nas medidas de austeridade, ou seja, informar que o desemprego vai ser 20% e obter 17%; afirmar que a divida pública vai ser de 126% e ficar nos 123%. Como tem feito e continua a fazer, que é o oposto, agrava o descontentamento e o medo do futuro pela incerteza que se cria. Alguns economistas mais esclarecidos têm referido que o desemprego vai chegar aos 25% por volta de 2014. Estará o País preparado para uma calamidade destas, ainda por cima com as previsões e expectativas enganadoras de 18% ou 19%?  

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