domingo, 10 de março de 2013

Cortes de 4 mil milhoes


Ao que parece, chegou a vez de Paulo Portas e do CDS assumirem a sua quota parte dos custos da governação. Com a sua nomeação para liderar os trabalhos de reforma do Estado, Portas assume um papel central no esforço de redução da despesa pública, e passa a associar o seu nome e o do PP ao plano de corte de 4 mil milhões de euros que o Estado terá de fazer até 2014 ou 2015

Este súbito protagonismo de Paulo Portas deve ter surgido pela tal influência reservada de Cavaco, que o próprio anunciou, junto das instâncias governativas. Trata-se apenas da elaboração de um guia orientativo para os cortes de 4 mil milhões, sendo assim dizer que Portas se vai sentar no meio do furação será um tanto excessivo, embora signifique um aumento de protagonismo do 2º partido da coligação na governação.
Quanto à diminuição de 4 mil milhões na despesa do Estado, que é realmente o que interessa aos portugueses, deverá ser um trabalho minuciosamente estudado, apesar de não haver muito tempo, para evitar injustiças e prejudicar quem hoje já vive como indigente ao mesmo tempo que se verificam ainda muitas vidas de bem estar à custa do dinheiro dos impostos.

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