Mostrar mensagens com a etiqueta técnicos do fmi. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta técnicos do fmi. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

70 mil milhões para o lixo


Despesa pública tem efeito positivo em período de crise
Um artigo de uma equipa do Fundo Monetário Internacional conclui que a despesa pública em períodos em que o hiato do produto é negativo tem um efeito multiplicador positivo que tem sido subestimado. E aconselha a uma "consolidação gradual".

Os técnicos do FMI que elaboraram este estudo não se atrevem a ser assertivos ou sequer muito confiantes naquilo que dizem.

A mesma teoria económica não é aplicável da mesma maneira e com as mesmas consequências (positivas ou negativas) em países diferentes. A receita para Espanha pode ser totalmente diversa da receita para Portugal e este postulado não tem sido acautelado pelos crânios da finança teórica.
Por exemplo, Sócrates enterrou 70 mil milhões (provenientes de empréstimos) na economia nacional e o resultado foi um crescimento económico de quase zero. Mas nós não sabemos se essa mesma quantia aplicada no mesmo tempo na Letónia ou no Chile produziria efeitos diversos, melhores ou ainda piores.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Mendes, Marques


Foi o comentador televisivo Marques Mendes quem anunciou o que queria dizer a refundação do Estado, adiantada há dias por Passos

Não foi o Marcelo que anunciou a recandidatura de Cavaco à Presidência? 
Passos já fala muito menos e já evita as declarações na rua ou em corredores!
A imagem dos titulares de Governo e da Presidência está tão desgastada que os referidos governantes pedem estes fretes aos comentadores televisivos.
Talvez assim a mensagem não seja à partida descredibilizada ou provoque manifestações em massa da população

Não nos conseguimos governar


O Governo português começou há uma semana um conjunto de reuniões com alguns técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI) para preparar a reforma do Estado

Não há cá técnicos minimamente competentes para analisar as despesas do Estado e descobrirem onde cortar da maneira mais eficiente e menos gravosa socialmente?
É a prova da incompetência dos nossos técnicos. Têm a costa direita, muito aprumo, um falar treinado (a maior parte das vezes para esconder as origens rurais), bons ordenados, carros de topo e despesa paga, mas, na hora da verdade, têm de vir os estrangeiros efectuar as tarefas que só os verdadeiros profissionais conseguem executar.
Os poucos bons economistas que temos ou estão velhos, portanto formados no tempo do salazarismo; emigrados no estrangeiro ou por descobrir.
Esperemos que seja esta reformulação das funções do Estado a resolução do inacreditável deficit e divida públicas.