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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Franklim Alves


O fartar vilanagem BPN queima tudo à sua volta: o PSD porque os accionistas eram maioritariamente seus membros, o PS porque decidiu nacionalizar os prejuízos do roubo, a Justiça porque está paralisada perante o maior assalto que já se fez em Portugal, o sistema bancário por razões óbvias.
Perante esta situação de descalabro, o Governo de Passos não quis ficar de fora e contrata um administrador do Grupo de Bandidos para Secretário de Estado. O senhor até pode ser competente e sério, mas nunca estaria em condições de entrar para o Governo, tal a revolta e asco que o caso BPN causa e causará nos próximos anos a todos os portugueses.
Ou foram distraídos, ou incompetentes ou querem mesmo ser demitidos


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

BPN


O golpe criminoso do BPN foi organizado por um bando de facínoras a quem foram dadas todas as facilidades e oportunidades pelo Banco de Portugal. O BP permaneceu convenientemente cego, surdo e mudo enquanto o fartar vilanagem acontecia. Esse gang era predominantemente formado por personalidades do PSD, embora houvessem bandidos também de outros partidos.
Mas o grande erro foi do inenarrável Teixeira dos Santos que resolveu nacionalizar o prejuízo da mamata BPN. Este erro monumental talvez tenha sido cometido porque o Teixeira foi à bruxa (junto com Sócrates) e a velha lhe tenha dito que existiria um efeito dominó à restante banca. Só pode ter sido isto, pois não há qualquer fundamento racional ou prova minimamente tangível para justificar a nacionalização. Estamos todos a pagar 5 mil milhões (ou mais) e, ainda por cima, os malfeitores (tirando o testa de ferro Costa) estão a gozar o resultado do saque em paraísos terrestres.