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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Duodécimos


Privado com metade dos subsídios em duodécimos mas há margem para acordos
O Parlamento aprovou esta quinta-feira a proposta do Governo que visa o pagamento em duodécimos de metade dos subsídios de férias e de Natal no sector privado em 2013, mas fica salvaguardada "a possibilidade de cada empregador e trabalhador  acordarem a manutenção do mesmo regime que se lhes aplica actualmente"

Mesmo antes da tríade financeira cá ter chegado para impor a sua vontade a um povo falido, já se falava na singularidade dos portugueses terem 14 salários por ano e, nalguns casos, 15. Até se dizia que um norte americano ou um australiano ficariam estupefactos se lhe dissessem que iriam ganhar mais 2 ou 3 meses de ordenado sem trabalhar. Pois bem, também esta questão está resolvida e já estamos sem estes subsídios, parece que os funcionários públicos perdem os dois e os do privado perdem um, com a expectativa de, a prazo, virem a perder o outro.
Lentamente, a economia e os portugueses vão-se adaptando às novas situações de vida: trabalhar muito, facturar pouco e ganhar para a sopa
Entretanto, o PS grita que já está pronto para governar, presume-se que com eles no trono tudo será melhor. O PCP, antecipando a jogada socialista, ridiculariza-o, acusando-o de ser o partido do "assim não" pois terá de fazer tudo o que a coligação está a fazer (ou pior) , embora jurem que serão mais amigos do povo. Será que vão decretar o regresso dos 14 ou 15 ordenados?

terça-feira, 3 de abril de 2012

Fim do 13º e 14º mês

A Comissão Europeia não descartou hoje a possibilidade dos cortes nos 13.º e 14.º meses para a função pública e pensionistas assumirem caráter permanente, embora assevere que tal cenário ainda não foi discutido
PS e Sindicatos contestam e exigem demissão do Governo! Patético... O PS continua a querer enganar os portugueses.
Mas alguém tem ilusões do contrário? O descalabro das contas do Estado Português é tal que, tão cedo, a politica não mudará: cortar cada vez mais na despesa e aumentar a receita por todos os meios. Seja qual for o partido eleito para o governo.