O Estado Português não tem mesmo jeito ou queda para gerir seja o que for, pedindo desde já desculpa aos "estatistas" militantes pela expressão.
Há poucos anos parecia haver uma rebaldaria na protecção das crianças que eram entregues a famílias de torturadores que as violentavam e matavam. Hoje, face aos maus exemplos do passado e até com algum sentimento de culpa, à mínima dúvida tiram os filhos aos pais e depois é que vão investigar melhor. É o 8 ou 80 ou atirar primeiro e perguntar depois.
Por princípio, prefiro o sistema actual de não arriscar, mas para tal os processos têm de demorar muito pouco, não meses ou anos.
Quanto às insinuações de negócios de adopção, não deverão ser acusações credíveis.