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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Bancos abusam nas comissões

DECO quer acabar com comissões nas contas à ordem
A DECO considera estes encargos abusivos e quer tornar obrigatório o envio aos clientes um extracto anual com todas as despesas suportadas

Desde que os bancos deixaram em segundo plano a sua actividade primordial e correcta - recordando: receber depósitos de capital, pagando um juro e emprestando a quem necessita para actividades económicas que proporcionem lucro, cobrando um juro mais elevado, sendo este o ganho legítimo da instituição financeira - que a banca tem descido a sua cota de imagem de honestidade institucional junto do mercado. 

Esta notícia das revoltantes e abusivas comissões bancárias que penalizam os mais pobres, faz parte das novas fontes de receitas da banca e é mais uma acha na fogueira de queima dos bancos e dos banqueiros.
Era muito positivo que os grandes financeiros olhassem no longo prazo e fizessem as contas aos inúmeros prejuízos que a extrema má imagem actual do sistema financeiro junto do mercado lhes irá causar, aliás este fenómeno já é bem visível.

Por outro lado, o tipo de negócios que os bancos privilegiam (jogar na bolsa, emprestar para férias e operações estéticas a gente de bem, sacar comissões a clientes dependentes e indefesos pelos motivos mais fúteis e outros, quase todos com risíveis benefícios para a economia nacional) é um bom motivo para o Estado acabar com quaisquer vantagem que a banca possa ter em relação às restantes empresas, nomeadamente fiscais e ajudas em recuperação de situações financeiras difíceis por má gestão ou crise internacional.    

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A banca sanguessuga


Bancos proibidos de mudar condições de crédito a partir de hoje
Os bancos estão, a partir de hoje, proibidos de aumentar o 'spread' (margem de lucro) do crédito à habitação das famílias em condições especiais

Mais uma boa medida deste Governo, numa altura em que vão surgindo a bom ritmo alterações positivas ao funcionamento da economia. O Governo já tem mais de uma ano e é por isso normal que os seus competentes membros comecem a mostrar resultados.
Neste caso, tenta-se evitar a inata tendência dos banqueiros para tentar sacar o máximo a cada cliente. E quanto mais frágil estiver a situação financeira do devedor mais a banca tenta meter a unha, até ao tutano, sempre que possível.
Mas os banqueiros não devem desistir e vão procurar encontrar formas de contornar as novas regras. Para eles o cliente é uma fonte de rendimentos inesgotável. O Governo tem de estar atento a estes abusos

sábado, 16 de junho de 2012

Arrendar ou comprar casa?


A massiva compra de casa, ao invés da opção pelo libertador arrendamento, é mais uma corda a apertar a luta pela sobrevivência de muitos portugueses.
Foi mais uma ilusão vendida a inúmeros compatriotas.
Quantos desempregados e em desespero não tiveram uma oportunidade de emprego longe do sitio onde moram, mas não puderam aceitar devido ao compromisso da casa? Se fossem arrendatários, simplesmente faziam as malas e partiam em busca de um futuro melhor.
E os bancos dificultam a libertação do compromisso. Não percebem que se forem gananciosos nesta área, colherão mais entregas de casas (com respectivo calote) no futuro.