sábado, 6 de abril de 2013

Seguro, o desgraçado


Seguro disponível para ser primeiro-ministro
"Eu estou disponível para substituir o Governo", disse o líder do PS em Portimão, acrescentando estar "indisponível para um acordo" com o Executivo de Passos Coelho.

Seguro está radiante com a situação desgraçada que o país vive pois assim conseguirá chegar ao poder antes que o corram do PS. É triste ter um irresponsável desta categoria como líder do maior partido da oposição. 
Frases ocas, chavões infantis, proclamações violentas sem qualquer substância é tudo o que este individuo tem para oferecer. Alternativas, ideias para sair da crise, nada. 

quarta-feira, 27 de março de 2013

Sócrates na RTP


Sócrates têm todo o direito de falar e de se defender, tentando limpar a sua imagem e a RTP tem todo o direito de convidar quem quiser para comentador. Ainda por cima grátis, o que demonstra que o ex Primeiro Ministro dispõe de bastos recursos financeiros, o que não acontecia antes de ter  sido governante.  
Mas a montanha vai parir um rato. Pinto de Sousa é perito em não responder ao que lhe perguntam e a fugir para campos argumentativos mais favoráveis. E se o contrariam nesta táctica torna-se agressivo e intimidador. Logo ninguém vai ficar convencido a mudar a sua posição sobre a inocência ou a culpabilidade deste individuo na desgraça nacional.
Quanto ao vindouro programa de análise, será também um flop pois não se reconhecem ao Engº Técnico competências acrescidas de previsão ou raciocínios brilhantes sobre o presente ou muito menos sobre o futuro. (ele é bom é a defender-se das inúmeras acusações que lhe fazem) 

Jorge Silva Carvalho e o inacreditável


Despacho de Passos e Gaspar dá emprego ao ex-espião Jorge Silva Carvalho
Ex-diretor das secretas vai ser integrado na Presidência do Conselho de Ministros, dita um despacho publicado hoje no Diário da República.

Isto é o carreirismo, o oportunismo, a incompetência no seu máximo esplendor.
O Estado deixou-se canibalizar por estes funcionários públicos que não podem ser despedidos e têm o futuro sempre garantido pelo erário público. Num país civilizado e desenvolvido (principalmente na mentalidade colectiva) um servidor do Estado não pode ser um parasita eterno, tem de se esforçar e trabalhar. Se for incompetente ou ladrão deve ser facilmente removido.
Mas infelizmente em Portugal estes escândalos, pagos com o dinheiro dos impostos, são obrigatórios por lei.
O Estado tem de ser expurgado destas leis medievais que sacralizam o funcionalismo público e que vêm do tempo da ditadura.

segunda-feira, 25 de março de 2013

A pequena Alexandra


Avó de Alexandra receia que Portugal faça da neta "material biológico"
A avó da menina russa criada em Portugal por uma família de acolhimento diz, em entrevista a um jornal russo, que vai fazer tudo para Alexandra continuar na Rússia.

Ainda hoje muitos portugueses se interrogam e revoltam contra a justiça portuguesa, principalmente contra o juiz da Relação de Guimarães, por ter entregue a menina a uma mãe bêbeda com esta proveniência.
Foi uma incompetência e uma estupidez jurídica de proporções boçais. 
Até os técnicos russos que tomaram conta do caso criticaram o nosso pequeno juiz e o nosso inenarrável sistema de justiça.  

Remodelação Governamental


Pires de Lima defende remodelação no Governo
"Falta muitas vezes capacidade e competência política a este Governo", disse o dirigente do CDS.

Não deve ser provável que Passos remodele a pedido ou sob pressão. Aliás, essa deve ser a melhor maneira de não haver qualquer remodelação, se insistem com pressões Passos não aceita.
O CDS tem aqui uma actuação muito infantil e pouco prudente. Estes assuntos discutem-se no recato dos gabinetes e não com anúncios de centristas famosos em vão de escada.
Vamos imaginar que o CDS resolve esticar a corda com este caso, Passos não cede e a coligação cai. O que pensará o povo de tal irresponsabilidade do CDS e de Portas? Aliás, não se entende como Portas se deixou cair neste episódio caricato.
Não obstante, é justo pensar que Relvas, que é vitima de racismo social no país, esteja ansioso por sair do Governo e apenas se mantenha a pedido do 1º Ministro. A grande remodelação deverá acontecer apenas após as autárquicas e então Relvas e outros mais desgastados deverão sair. 

domingo, 24 de março de 2013

PS apresenta moção de censura na próxima semana


A moção de censura do PS contra o Governo, que consideram ter falhado todos os objectivos  será apresentada na próxima semana e discutida na seguinte.


O destaque dado a mais esta iniciativa do PS é apenas lenha para fazer arder a fogueira de demagogia e irresponsabilidade em que Seguro e os seus colegas envolveram o PS.
A moção de censura, que o pobre Seguro nunca apresentaria se soubesse que havia a mais pequena possibilidade de ser aprovada, é apenas mais uma palhaçada tipo "abstenção violenta", "ruptura total com o Governo" e outras infantilidades do irritante e imberbe dirigente do PS.
Diz-se que o inacreditável regresso de Sócrates, pela via do comentário televisivo, vai arrasar o Governo. Pelo contrário, se Sócrates mantiver a mesma fluência oratória do tempo em que era poder vai abafar e menorizar o pobre e inseguro Seguro.



sábado, 23 de março de 2013

O odiado Parlamento


O ódio, desprezo ou criticas exacerbadas que há décadas se atiram aos parlamentares também têm laivos de demagogia. Diga-se que o Parlamento é o saco de boxe da populaça onde se expiam as frustrações colectivas da Nação.
Tudo isso deriva de um facto há muito esquecido. As TV mostravam muitas vezes as bancadas parlamentares vazias em plena hora de trabalho o que levou a turba a pensar convictamente que os deputados eram eleitos, fugiam ao trabalho e se limitavam a receber o ordenado. Hoje, com a TV do Parlamento, essas imagens desprestigiantes acabaram, mas os deputados não se livram da fama.
Antigamente é que era bom? Isso é apenas saudosismo. Convém relembrar alguns energúmenos que por lá passaram e insultavam os colegas. Hoje não se vê isso, felizmente, e quando há o meliante é demitido (Pinho).
Como tudo na vida existem deputados de alta craveira, os medianos e os maus e, com os baixos ordenados que o Parlamento paga, é um milagre termos lá um razoável número de gente superior - basta ver os debates para os observar.
Claro que a nossa Assembleia pode melhorar. Devia reduzir o seu orçamento anual, que se mantêm inalterável quando nas outras instituições há reduções; poderia haver mais transparência por parte dos partidos na elaboração das listas; um maior cuidado na elaboração dos leis para evitar confusões como a lei de limitação de mandatos autárquicos.
   

sexta-feira, 22 de março de 2013

Seguro o desgraçado


Seguro chumbou ontem o projecto de recomendação do PCP para a demissão do Governo alegando que era inútil. Hoje, António José anuncia uma moção de censura que sabe que vai ser reprovada pela maioria. Em que é que ficamos? Qual a congruência do principal partido da oposição?
Seguro apresenta a moção de censura porque sabe que não será aprovada, a não ser que o CDS enlouqueça. Caso contrário nunca o pobre Seguro se atreveria ao risco de fazer cair o Governo. Ele sabe a desgraça em que o país se encontra e não há nada a fazer por parte do Executivo, seja ele qual for, para contrariar a crise.
As palavras de Passos hoje na Assembleia afirmando que Seguro tem pressa de chegar ao poder são um equivoco ou conversa parlamentar.
Seguro aterroriza-se só de pensar que pode ser 1º Ministro a curto prazo e Passos sabe que enquanto Seguro for o líder da oposição tem a vida facilitada tal a incompetência e falta de credibilidade de António José. O PSD sobe nas sondagens o que é um facto inacreditável.  

quarta-feira, 20 de março de 2013

PIGS e o Chipre


Os PIGS (onde agora se inclui também o Chipre) estão falidos e a viver de empréstimos devido à irresponsabilidade e falta de patriotismo dos seus governantes. E os respectivos povos estão de tal maneira em pânico que nem reflectem sobre as medidas propostas para resolver os problemas da divida. Explodem e desatam a clamar morte a Merkel e à Alemanha. 
Foi pena que todos aqueles que agora criticam as troikas, não tenham tido a mesma atitude enquanto se pediu o dinheiro e se arruinou a economia e finanças.

terça-feira, 19 de março de 2013

Muda de Governo com este Parlamento


Mudar de Governo é uma falácia destinada a enganar o pessoal. Mesmo que isso suceda e lá ponham gente mais velha (daqueles que tiraram o curso no tempo do Estado Novo) o que é que vai mudar? Nada! Absolutamente nada! Podemos, eventualmente, ter um Ministro das Finanças que acerte nas previsões mas elas serão sempre muito más, não se pense que por mudar de Ministro teremos boas previsões e certeiras.
Portanto, estamos perante mais uma questão pueril.

Justiça salarial


Estudo recomenda revisão da política salarial da função pública
O Governo enviou, na segunda-feira, um estudo de comparação salarial aos sindicatos da função pública, que recomenda a revisão da política salarial da Administração Pública, de modo a fazer o seu alinhamento progressivo com o que é praticado no sector privado

O sistema salarial das empresas privadas, regra geral, é extremamente injusto. Os trabalhadores menos qualificados ganham muito mal e o salário dos altos quadros é obscenamente elevado. Poder-se-ia dizer que os nossos gestores são muito competentes e por isso são muito bem pagos, mas a realidade evidencia o contrário, tal a má situação das nossas empresas que se verifica um pouco por toda a parte. Os salários dos quadros privados só são altos porque são os próprios a decidir quanto vão ganhar. Isto é uma vergonha mas é a pura verdade, as empresas deixaram-se cair num esquema em que não passam de um modo de criar uma zona de conforto para os amigalhaços, a maior parte das vezes totalmente inaptos.
No Estado parece que a situação é mais equilibrada e esse equilíbrio não deve ser quebrado, embora seja imprescindível que também nesta área se caminhe para uma adequação das receitas com as despesas.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Sondagem surpreendente


É surpreendente, na conjura infernal em que vivemos, ter aparecido hoje uma sondagem da Universidade Católica, dizem que são sempre as mais credíveis, informando que PSD sobe 4% (!!) e o PS mantêm...
Mas afinal o que se passa com o PS?
A sua acção governativa ruinosa no tempo de Sócrates já foi esquecida e branqueada; faz oposição a um Governo de um país à beira do caos e acossado por todos os lados. Dizia um escriba notável que até o Pato Donald ganharia as próprias legislativas ao PSD.
Com todas estas facilidades o PS não consegue humilhar o PSD nas sondagens e deixa-o subir 4%!!!
Temos de dar razão a quem afirma que as manifestações não representam a vontade do povo mas apenas o descontentamento de alguns.
De notar, que a referida sondagem afirmava, preto no branco, que 60% dos portugueses não acreditam que outro Governo faça melhor.
A esquerda radical integrista e irresponsável continua, como esperado, a cair.
O CDS que mantém uma postura de fuga em frente pelo meio dos pingos da chuva, cai também. 

domingo, 10 de março de 2013

Cortes de 4 mil milhoes


Ao que parece, chegou a vez de Paulo Portas e do CDS assumirem a sua quota parte dos custos da governação. Com a sua nomeação para liderar os trabalhos de reforma do Estado, Portas assume um papel central no esforço de redução da despesa pública, e passa a associar o seu nome e o do PP ao plano de corte de 4 mil milhões de euros que o Estado terá de fazer até 2014 ou 2015

Este súbito protagonismo de Paulo Portas deve ter surgido pela tal influência reservada de Cavaco, que o próprio anunciou, junto das instâncias governativas. Trata-se apenas da elaboração de um guia orientativo para os cortes de 4 mil milhões, sendo assim dizer que Portas se vai sentar no meio do furação será um tanto excessivo, embora signifique um aumento de protagonismo do 2º partido da coligação na governação.
Quanto à diminuição de 4 mil milhões na despesa do Estado, que é realmente o que interessa aos portugueses, deverá ser um trabalho minuciosamente estudado, apesar de não haver muito tempo, para evitar injustiças e prejudicar quem hoje já vive como indigente ao mesmo tempo que se verificam ainda muitas vidas de bem estar à custa do dinheiro dos impostos.

quinta-feira, 7 de março de 2013

A morte espectáculo de Chavez


Foi chocante ver a celebração da morte de Chavez por venezuelanos exilados, também é chocante ver tamanho espectáculo à volta da morte de um homem. Mas foi o defunto quem proporcionou estas cenas, a sua doença, tratamento e sofrimento, que deveriam ser da esfera privada, foram usadas pelo próprio doente para propaganda. Mesmo antes de sair para Cuba para a derradeira operação, Chavez já deveria suspeitar da sua morte eminente e nomeou sucessor.
Não é bom que a política seja assim, com tanto espectáculo e encenação. Não é bom que um regime dependa tanto de um homem (ou mulher). As imagens de venezuelanos chorando em desespero significam que aquele povo, além do petróleo, estava dependente de Chavez.
Por último, uma palavra para Mário Soares que afirmou que Chavez era um verdadeiro democrata pois foi sempre eleito pelo seu povo. Não esquecer o golpe de estado que o levou ao poder e os atropelos à oposição e liberdade de expressão. Não esquecer também que Hitler também foi eleito e as acusações de deficit democrático à Madeira de Alberto João Jardim, também eleito pelo seu povo. Mas a Mário Soares tudo se perdoa.

domingo, 3 de março de 2013

Manifestações de 2 Março de 2013


Nas manifestações de ontem ouvimos à exaustão que a troika deve ir embora e que o Governo se deve demitir. 
Vamos imaginar que o poder popular ontem vislumbrado era soberano, como as eleições, e a troika se ia mesmo embora e nos abandonava à nossa sorte, ou seja, deixava de enviar para cá o resto do empréstimo. E o Governo fazia o mesmo, se demitia e íamos para eleições. 
Qual seria a nossa sorte? Qual a jogada seguinte? 
Aposto que nenhum manifestante sabe responder a estas questões. Todos sabem apenas que querem a vida antiga de volta. Uma vida que infelizmente não é viável com a riqueza que produzimos e que apenas existiu enquanto tivemos banqueiros que nos emprestassem o capital necessário. 
Tudo isso acabou e é triste verificar que a única reacção à miséria em que vivemos são manifestações, insultos e emigração. Poucos se atrevem a pensar em encontrar um caminho alternativo, produtivo e optimista para o nosso país. Não admira, tal a dificuldade da tarefa. É mais fácil a via do protesto mesmo que não se saibam quais os benefícios de tal atitude.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Seguro o desgraçado


Seguro apresenta "cinco propostas concretas para sair da crise"
O secretário-geral do PS defende que é preciso "parar com a austeridade" e lançar programas de estabilização económica e apoio a desempregados, uma "estratégia realista" para diminuir a dívida e o défice e uma agenda para o crescimento

O conjunto de cinco propostas foi apresentado por António José Seguro, na Assembleia da República, na abertura de um debate de urgência pedido pelo PS sobre a "Alternativa para a saída da crise".

Nas medidas para estabilizar a economia, Seguro propôs, por exemplo, a redução do IVA para a restauração, o aumento de salário mínimo nacional e das pensões mais baixas negociados na concertação social e um plano de reabilitação urbana que dê "a prioridade à eficiência energética, com aproveitamento dos fundos comunitários".


Fiquei sem perceber se Seguro é um aldrabão, se não sabe o que diz ou se não tem a noção do ridículo. 

O PS deve pensar rapidamente em mudar de líder para alguém credível, a bem do país que precisa de uma oposição democrática séria. 

Este indivíduo, actual líder do PS, é o ideal para facilitar a vida política do Governo tal a inocência com que actua, mas o país precisa de um PS preparado para a alternância governativa face à continua irresponsabilidade e negação da realidade de PCP e BE que teimam em não querer ser Governo.




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Insultos ao Governo

Passos Coelho sai da Faculdade de Direito debaixo de assobios e insultos
O primeiro-ministro saiu ontem da Faculdade de Direito de Lisboa debaixo do protesto de cerca de uma centena de alunos, que gritavam palavras como "gatunos" e "demissão".

Estes protestos de um pequeno grupo de cidadãos, que insultam de forma alarve os governantes, não querem dizer nada. O que são 100 ou mesmo 1000 estudantes. operários ou colocadores de ladrilhos em protestos face aos milhões de portugueses votantes? 

A vontade do povo é soberana e expressa-se nas eleições, o resto é fogo de vista. 
Mas a reacção dos Governo deve ser calculada e preparada. 
Cavaco reagia de forma histérica e Sócrates de forma irritada e o resultado final não foi bom pois os protestes dos pequenos grupos de radicais iam aumentando de dimensão. 
É necessário manter a estabilidade política, eleições no curto prazo seriam uma tragédia nacional e o Governo deve estudar como lidar melhor com estes protestos para a preservar. 
Até porque mudar para um Governo PS/Seguro não iria resolver nada, pelo contrário.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Situação política


O actual Governo PSD/CDS já se encontra bastante desgastado, sem ideias e, cúmulo da incongruência, só agora parece ter acordado para a necessidade de se criarem condições para que a economia cresça, mormente reduzindo a burocracia e impostos para as empresas privadas e refundando a justiça. Estas e outras medidas medidas são importantíssimas para facilitar o crescimento económico e deveriam ter sido a prioridade de Passos.
Mas na actual situação política temos uma vantagem: uma maioria absoluta no Parlamento que nos permite manter a estabilidade política. Parece que muitos já se esqueceram do que é termos um Governo com apenas maioria relativa, ainda por cima na tempestade económica por que passamos.
Pois é para aí que nos encaminhamos. O pobre e esforçado Seguro, que nem consegue dominar o seu partido, deverá em breve ser 1º Ministro sem maioria absoluta e a iminência essa tragédia deverá ser motivo de reflexão para todos nós.  
Mais: Seguro não vai poder fazer diferente de Passos devido à nossa subjugação aos credores estrangeiros e à total falência do país, disfarçada apenas pelo empréstimo da tríade.     .   

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Relvas impedido de falar


Este triste episódio em que a liberdade de expressão de um Ministro numa cerimónia pública foi cerceada por meia dúzia de cidadãos, foi uma jogada de sorte para... Relvas.
Desde que se soube que ele não era um licenciado, um académico como manda a tradição e o povo tanto gosta, Relvas inspirou a boa parte dos cidadãos ódio, desprezo ou desilusão e o seu prestígio, que era elevado antes do caso, caiu a pique e hoje é nulo. E o ódio mais profundo provém de verdadeiros licenciados, hoje no desemprego ou em cargos menores, que não admitem que alguém apenas com o 12º ano seja Ministro e eles caixas de supermercado ou vendedores de TV Cabo.
O bom senso aconselhava Relvas a demitir-se o mais rápido possível, mas a insistência de Passos para que ficasse não o deixou ir o que foi um enorme erro tanto para a imagem do Ministro como para a credibilidade do Executivo.
Este episódio, contudo, veio dar algum fôlego a Relvas. A imagem da sua posição frágil face ao ódio dos estudantes, ou lá o que eram os manifestantes, criou alguma comiseração em muitos cidadãos que não se revêem naquele circo anti democrático. 

Câmaras


As Câmaras deveriam ser reduzidas a metade, principalmente na zona do eixo Braga/Porto - Lisboa/Setúbal; os mandatos dos presidentes e restantes eleitos autárquicos deveriam ser claramente limitados, sem margem para dúvidas, assim como dos restantes governantes, inclusive nas ilhas; a Assembleia da República, se lhe resta alguma dignidade, deveria estar a trabalhar para resolver este escândalo da lei de limitação de mandatos o mais rápido possível - como foi feita, ainda por cima com os erros detectados apenas serve para atirar areia para os olhos do povo.
Mas estamos a falar de um assunto que mexe com interesses dos políticos e dos partidos e aí é muito difícil mexer e moralizar. Só se fossemos um país e um povo avançado e totalmente civilizado que pensasse no longo prazo é que uma reforma destas seria normalmente e pacificamente implementada. 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Triste sina


A Europa, quase toda, entrou em período de queda económica o que deixa antever alguma razão aos que sempre defenderam que a austeridade só veio agravar o problema. Será assim? Caso os dirigentes alemães cedessem e terminassem com as políticas restritivas os problemas económicos europeus actuais não existiriam? Temos como exemplo o nosso caso durante o consulado Sócrates onde foram despejados 70 mil milhões de euros a crédito na economia e o resultado foi crescimento próximo do zero.
A conclusão a que se chega é que o investimento público nada resolve, além de aumentar a divida, mas a austeridade também não é solução. Estamos num beco sem saída e nos próximos anos não deverá haver qualquer mudança a não ser um piorar forte da situação.
Seria positivo que pensássemos nos que não têm emprego nem subsídio, principalmente se com descendentes a cargo. Temos que redistribuir os parcos recursos existentes para quem mais precisa.    

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Relvas e Grândola


Esta táctica de usar meia dúzia de gatos pingados para impedir outros de falarem cantando e gritando, além de económica, pois usa poucos meliantes, destina-se a fazer esquecer o verdadeiro flop das últimas manifestações da CGTP. 
Tirando alguma, pouca, relevância no Porto, nas restantes apareceram apenas os bigodudos e os tolinhos vestidos de Che do costume. 
Mas sobre isso não interessa falar, certo? 
Apenas digo que todos sabem que estas manifestações low cost e com laivos de fascismo, são organizadas pelo Bloco e PCP e são prejudiciais às pretensões eleitorais da esquerda radical. O Governo sai vitimizado e as dúvidas sobre o respeito pela liberdade de expressão por parte da esquerda integrista ficam dissipadas. Actuam e actuarão ao bom estilo soviético, maoista ou albanês, conforme o grupelho de que estivermos a falar.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Palácio da Lousã


Assembleia Municipal viabiliza venda de Palácio da Lousã por um euro
A transação pelo valor de um euro, aprovada pela Assembleia Municipal da Lousã, deverá realizar-se na condição de o comprador assumir o passivo do hotel Palácio da Lousã, na ordem dos três milhões de euros.


Nada de novo neste cambalacho. O Estado, neste caso autarquia, mete-se em negócios de que não entende nada nem está vocacionado e lá se vão mais uns milhões de dinheiro dos impostos de todos nós para o lixo. 
Vamos ver se o investidor é sério, paga as dividas e desenvolve o projecto. 
Muitos não entenderam ainda como chegamos ao estado calamitoso de dividas excessivas actual. Serão milhares de gestos irresponsáveis, como este investimento da Câmara da Lousã, uma das causas.



terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Limitação de mandatos



A limitação de mandatos é positiva e além dos presidentes de Câmara deveria estender-se a todos os restantes eleitos, nomeadamente nas Ilhas. O eleitorado tem a tendência a votar em quem já lá está e este tem a vantagem de dispor de meios públicos para se promover, quando a oposição não tem essa prerrogativa. 
Por outro lado, um novo titular pode mais facilmente denunciar ilegalidades cometidas no consulado anterior. 
Sendo assim, embora democrática, a eleição sucessiva do mesmo político está inquinada e é melhor quebrar o ciclo pela força da lei.
Quanto à mudança de território é uma forma de contornar a lei. Era bem feito que o Tribunal impedisse todas as candidaturas. 


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Espanha em desagregação


A Espanha está um caos. Acusações de corrupção ao mais alto nível no Estado e o próprio Rei já parece vir a ser atingido, escândalos variados na família real, crise económica profunda e taxa de desemprego suicidas, reforço dos ideais independentistas em várias regiões.
É a tempestade espanhola perfeita.
Ainda alguém se lembra dos muitos portugueses que deixaram de pensar com a cabeça e passaram a usar o estômago nas suas conjecturas, defendendo a integração em Espanha? Isto claro quando parecia que Portugal estava arruinado e a Espanha continuava pujante. 
Um deles foi o Saraiva, hoje director do Sol...
Toda esta gente, que sempre existiu no seio da nossa população mas que não é patriota, está calada e tenta passar despercebida.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A polémica das facturas


De polémica idiota em polémica idiota, para encher o ego dos intelectuais e as páginas dos jornais, o nosso país falido e miserável vai vivendo alegremente a sua má sorte. 
Desde as imagens da RTP sobre as pedradas, a licenciatura fraudulenta do Relvas, a nomeação Franquelim ou a atualíssima e importantíssima questão das facturas, tudo serve para entreter o contribuinte. 
E o que é mais curioso é o entusiasmo com que boa parte dos comentadores e jornalistas adere às tricas que surgem como magia.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Forças Armadas


Aguiar-Branco anuncia cortes de 218 milhões nas Forças Armadas
O Governo pretende reduzir custos a partir de 2014, mas o ministro da Defesa Nacional deixa em aberto a possibilidade de serem feitos cortes até 40 milhões já este ano. As associações de militares acusam o executivo de "total autismo".

Após o fim do serviço militar obrigatório as forças armadas não servem para mais nada e só dão despesa. Tirando é claro o caso das missões da ONU onde deveremos ter forças especializadas para cumprimento destas obrigações e da marinha e força aérea para defesa do nosso espaço aéreo e marítimo.
O facto de haver mais oficiais que sargentos e mais sargentos que soldados, é um escândalo e retira muita dignidade à instituição.
Sendo assim, a pesadíssima estrutura das forças armadas, ainda do tempo da guerra colonial, deve ser drasticamente reduzida.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Mário Lino


Mário Lino acusado por falso testemunho no processo "Face Oculta"
O ex-ministro Mário Lino foi constituído arguido por um crime de falsidade de testemunho, no âmbito do processo "Face Oculta", punível com uma pena de prisão até seis anos


Esta é uma das caras conhecidas do gang socrático que nos governou no passado recente e nos levou à ruína.
Pelos vistos está ser encostado à parede pela justiça...
Por outro lado, Costa lidera um grupelho dentro do PS que conseguiu pressionar o pobre Seguro para que reabilitasse a governação desastrosa de Sócrates e respectivos cúmplices.
A prudência e o bom senso, aconselham o tal grupelho e explicar em primeiro lugar e preto no branco como é que o ex 1º Ministro reuniu a fortuna que tem para viver como vive em Paris.

Paro / desemprego


Desempregado francês imola-se em frente a centro de emprego
Um desempregado francês de 43 anos, que tinha terminado o prazo para a concessão do subsídio, morreu esta quarta-feira em Nantes (oeste da França) após imolar-se frente a um centro de emprego

O desemprego é um problema sério na Europa Ocidental e, tendo em conta a crise e as previsões de recessão e estagnação económica para o futuro, não se prevê que venha a melhorar, pelo contrário.
Tendo em conta que será um problema permanente e com tendência a piorar, deverão ser encontradas soluções para minimizar este drama social. 
Emprego a tempo parcial, diminuição do horário de trabalho, serão medidas que distribuirão melhor os poucos postos de trabalho existentes. Deixar de cobrar às empresas impostos por contratarem pessoas, o que é incompreensível nos dias de hoje, poderá incentivar mais contratações. Medidas mais radicais seriam a liberalização de despedimentos e criação de contratos a termo sem grandes exigências.
O que é necessário é minimizar o drama do desemprego e incentivar as empresas a contratar criando mecanismos para que se contrate sem receio de entraves e despesas excessivas quando for necessário despedir no futuro.

Luis Figo


Luís Figo desmente ser candidato à presidência do Sporting
O antigo futebolista internacional português Luís Figo afirmou hoje, em comunicado enviado à Agência Lusa, ser "totalmente falso" que seja candidato à presidência do Sporting

 Figo, que para os lados de Barcelona é conhecido por pesetero pela forma hipócrita e manhosa como se transferiu para o Real Madrid, também tem por cá a sua dose de escândalos. O mais famoso dos quais é o pequeno almoço com Sócrates que custou 700 mil euros ao Estado Português.
Segundo a acusação, o gang socrático do PS, que na altura governava o país, prometeu-lhe um contrato publicitário (totalmente inútil) no valor de 700 mil euros, mas o futebolista teria de se mostrar perante as câmaras de TV a tomar uma refeição com Sócrates. O fim da palhaçada seria marketing político com vista às eleições - tiro que saiu pela culatra ao gang socrático e ao seu líder, como se sabe.
Figo, que só vê cifrões, aceitou e hoje é olhado com suspeita em tudo o que mexe.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Explicação dos 4 mil milhões


Autor: João Silvestre

Vários meses depois de Passos Coelho ter falado na refundação e de ter sido conhecido que a troika impôs cortes de 4000 milhões de euros na despesa, continuam a existir muitas interrogações sobre a origem deste valor. Será arbitrário ou terá alguma justificação em termos de cumprimento das metas do programa?

O melhor é começar pelo princípio que, neste caso, é a quinta avaliação do memorando que decorreu entre 28 de Agosto e 11 de Setembro  Nessa altura, já era perfeitamente evidente que a meta de défice de 4,5% para 2012 era inatingível porque as receitas fiscais estavam com um desvio colossal face ao esperado. Isso mesmo tinha sido reconhecido em Junho por Vítor Gaspar, quando foram publicados os dados da execução orçamental de maio.

Não só os impostos estavam numa espécie de 'desobediência civil' como a folga que se estava conseguir do lado da despesa era claramente insuficiente para compensar. Perante isto, só havia três caminhos possíveis: avançar com novas medidas para tentar tapar o buraco, deixar o défice derrapar ou fazer um misto das duas coisas.

A troika e o governo escolheram a terceira alternativa. As metas de défice (em % do PIB) foram revistas em alta: de 4,5% para 5% em 2012, de 3% para 4,5% em 2013 e de 2,3% para 2,5% em 2014. No entanto, manteve-se o objetivo para 2015 inalterado em 1,9% do PIB.

Estas novas metas permitiram deixar derrapar as contas mas apenas qb. O governo teve que avançar com algumas medidas adicionais para aplicar até ao final do ano (entre outras coisas, a tributação sobre os imóveis acima de um milhão de euros) e com receitas extraordinárias.

É nesta altura que nasce o corte de 4000 milhões de euros na despesa. Basta olhar para as metas de défice, em valor, para o encontrar rapidamente. A meta de 2012 passou de 7,5 para 8,3 mil milhões, o que acabou por não ser um grande aumento já que parte da derrapagem foi coberta por medidas temporárias. A grande revisão foi para 2013, com o tecto a passar de 5,1 para 7,5 mil milhões. Ou seja, mais 2,4 mil milhões que o inicialmente previsto.

Pior, a nova meta de défice deste ano foi preparada com o recurso a um enorme aumento de impostos. Ao contrário da doutrina habitual da troika, que pretendia apenas um terço da consolidação pelo lado da receita, os cortes na despesa apenas representam 19% do esforço.

Para 2014, a meta nominal foi ligeiramente revista em alta de 4 mil para 4,3 mil milhões e, para 2015, ficou inalterada em 3,4 mil milhões (entretanto revistos para 3,5 mil milhões na sexta avaliação em Novembro).  É na quinta actualização do memorando que é inscrito o corte de 4000 milhões, para ser definido na sétima avaliação (este mês) e repartido entre 2014 e 2015, com uma parte (800 milhões) em condições de avançar já caso as contas derrapem.

O valor resulta precisamente da diferença entre o défice de 2013 (7,5 mil milhões) e o de 2015 (3,5 mil milhões). Ao impor estes cortes, a troika está apenas a tentar garantir que a meta de 2015 é atingida e, com a mesma cajadada, matar um segundo coelho que é reequilibrar a repartição do esforço entre receita e despesa.  

Não existe, pois, grande mistério à volta da origem dos 4000 milhões de euros. A revisão das metas de défice em Setembro passado não alterou o objetivo para 2015 e este pacote do lado da despesa serve precisamente para compensar a derrapagem e assegurar que dentro de dois anos tudo estará como previsto inicialmente.

Perguntar-se-á o leitor: por que razão está a troika tão preocupada com a meta de 2015 se o programa acaba em 2014? Porque o programa acaba mas a dívida portuguesa à União Europeu e ao FMI vai demorar muitos anos a pagar e os credores, como é natural, pretendem ter a certeza que vão receber o dinheiro de volta. Por isso, nada como aplicar a receita atempadamente enquanto têm poder de decisão.   

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Cortes de 4 mil milhões


A despesa do Estado compõe-se em 100% para ordenados, subsídios e pensões e juros da dívida pública. O resto, o tal deficit de 7 mil milhões, é para despesas de funcionamento. Perante este panorama há dúvidas onde cortar? Claro que medidas simbólicas como diminuição da frota automóvel do Estado e de motoristas, diminuir o luxo da ementa da Assembleia da República ou o número de telemóveis de funcionários públicos é importante, mas do ponto de vista psicológico porque nem 0,1% da despesa total representam.
Sendo assim, ninguém o diz por medo, oportunismo ou ignorância, mas ou se corta nas prestações, ou se despedem funcionários, ou, já agora atrevo-me a deixar uma alternativa, se diminui o horário de trabalho dos funcionários públicos para atenuar os despedimentos.
O resto é conversa de aljube...

Liga de Futebol Nacional - Fevereiro/2013


FC Porto e Benfica continuam luta pela liderança
Benfica vai hoje à Madeira, defrontar o Nacional, enquanto que o FC Porto recebe o Olhanense.

O FC Porto parece ser a equipa mais consiste, mais forte e mais motivada. Deverá ser o vencedor do campeonato e deixar boa imagem na Liga dos Campeões.
É pena Sporting, Braga, Guimarães, Académica (Coimbra, 2ª cidade portuguesa, mas como benfiquistas a mais) e Farense (capital do Algarve, mas também com benfiquistas a mais) não serem também candidatos ao título. Seria uma prova mais emocionante sempre com jogos entre "grandes" todas as semanas.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Álvaro defende Franklim


Uma das interrogações dos dias de hoje é por que carga de água o Governo se foi meter na trapalhada de nomear para o Governo um alto cargo da SLN ainda do tempo do chefe da trupe Oliveira e Costa? Não havia mais ninguém para substituir o jovem Secretário do Empreendedorismo?
A bem do país, o Executivo deveria estar em sossego e longe de polémicas. A estabilidade política não está assegurada e o futuro tem muitos obstáculos difíceis que podem fazer cair o Governo. Mas Passos e Álvaro não suportam estar nas calmas e no recato e após uma polémica acalmar querem logo meter-se noutra.
Quem beneficiou foi o PS que vê assim desaparecer da berlinda o caso da sua desagregação interna:  destruição da liderança de Seguro ao mesmo tempo que a alternativa Costa sai muito chamuscada. 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ulrich não pede desculpa


Ulrich diz que não tem de pedir desculpas e que não recebe lições de ninguém
O presidente do BPI não pede desculpa pelas afirmações que fez na semana passada sobre os sem-abrigo e a capacidade dos portugueses aguentarem mais sacrifícios

Esta polémica, mais uma envolvendo declarações de gente de direita e abastada, é mais um estéril debate que nada interessa. Galamba, o arrogante deputado socratista, prestou-se a um mau papel ao introduzir o fait divers e a exigir um pedido de desculpa ao banqueiro. Teve sorte. Ulrich, que tem idade para ser seu pai, podia ter-lhe dado um puxão de orelhas pela impertinência. Mas quem é Galamba para exigir um pedido de desculpa por declarações de um cidadão num país em que impera a liberdade de expressão, ainda por cima em trabalhos da Assembleia da República acerca da recapitalização bancária?
Quanto às declarações, a jornalista perguntou se o povo aguentaria mais austeridade... Ora, queria a profissional saber se com mais austeridade o povo se suicidaria ou morreria à fome, por exemplo. E Ulrich, à sua maneira bastante peculiar, disse que sim. Na Grécia, a austeridade é mais elevada e o povo vai andando com muitas dificuldades. Os sem abrigo vivem de forma miserável e aguentam.
Outro aspecto a sublinhar é a diferença em relação a declarações lamentáveis de agentes da esquerda. Ainda há pouco o estalinista Arménio insultou de forma racista o represente do FMI na troika e não se ouviu nenhum protesto por tão condenável atitude. Pelo contrário, assistimos até a uma defesa e a uma desvalorização do caso por parte de esquerdistas notáveis. O próprio Arménio é que ficou ofendido quando lhe levantaram a questão.
Ou seja, à esquerda são permitidos todos os dislates vocais.

Tias


MANUAL DAS TIAS  DE CASCAIS
Escola:
Qual é a diferença entre uma tia burra e uma tia inteligente?
É que a tia burra passa para o caderno o que a professora escreve no quadro, mas quando a professora apaga ela apaga também.
A tia inteligente não passa, porque já sabe que a professora vai apagar.



Pão:
P: Qual é a diferença entre um pão e uma tia?
R: O pão tem miolo!



Teste de gravidez:

Bom dia, doutor! Pode dar-me o resultado do meu teste de gravidez? -
Negativo! - Responde calmamente o médico.
A tia furiosa:
- Ah, é?! Então vou consultar outro médico!


Conta-quilómetros:

Uma tia queria vender o seu carro velho mas tinha muitas dificuldades porque o mostrador acusava 250.000 Km. Após muito reflectir, ela decide pedir um conselho a uma amiga, que lhe perguntou:
- Estás pronta para fazer algo ilegal?
- Sim! - Respondeu a tia - Quero vendê-lo, custe o que custar! -
Então, vais ter com o meu amigo que é mecânico. Ele vai colocar o teu contador de quilómetros em 50.000 Km.
A tia vai ao tal mecânico e este coloca de novo o contador em 50.000 Km.
Alguns dias mais tarde, a amiga pergunta à tia:
- Vendeste o carro?
- Estás doida? Agora que ele só tem 50.000 Km, fico com ele!


Sapatos de tia:

Uma tia foi ao centro comercial comprar um par de sapatos de jacaré legítimo. 
O vendedor informou-a do preço:
- São 500 euros!
- O quê? Não é possível... Não há outra maneira de conseguir um par de sapatos de jacaré legitimo?
- Humm, acho que sim... - respondeu o vendedor - Eu conheço um parque aqui perto onde há alguns jacarés.
A senhora pode ir até lá caçar um deles e fica com o seu próprio sapato!
A tia , decidida, disse que iria até ao tal parque caçar os jacarés para conseguir sapatos legítimos!
No início, o vendedor não acreditou, mas resolveu ir ao parque verificar se ela estava por lá.
Quando chegou, viu a tia dentro do pântano, a dar um tiro num jacaré enorme e arrastando-o até à margem, onde estavam mais ou menos uma dúzia de jacarés mortos.
Espantado, sem acreditar no que estava a ver, o vendedor viu a caçadora tia com muita dificuldade em tirar o jacaré morto da água e  exclamar, com cara de decepção:
- Mas que porcaria! Outro sem sapatos!



Roubo:

Uma tia liga para o 112 para participar um assalto ao seu carro.
Completamente histérica gritava:
- Roubaram-me o tablier, o volante, o travão, até o acelerador levaram!
- Calma - diz a voz do outro lado - dentro de 5 minutos estará aí um agente da PSP.
Ainda não tinham passado 2 minutos, a tia liga novamente e diz:

- Olhe, deixe estar! Afinal sentei-me no banco de trás por engano...



Amostra:

Uma tia foi fazer exame de fezes e colocou a latinha com o conteúdo em cima do balcão. A recepcionista disse-lhe:
- Pode colocar o nome, por favor?
A tia não hesitou e escreveu: 'BOSTA'.



Um olho:

Duas tias passeiam num parque quando uma diz:
- Oh! Olha para aquele cão só com um olho!
A outra, tapando um olho com a mão, pergunta:
- Onde? Onde?

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Cimeira de Davos


A história repete-se ciclicamente e como os protagonistas se vão alterando, pois não são eternos, as lições do passado são rapidamente esquecidas.
Neste tempo, a mais importante regra que está a ser ignorada ou esquecida é a de que os poderosos, as elites, não conseguem sobreviver muito tempo se não cuidarem com zelo e preocupação dos que são seus dirigidos, os simples ou comunais. Como se vê pelo que se passou na cimeira de Davos, que se está a transformar num banal encontro de peneirentos, só se reflectiu sobre as finanças. Quanto à economia real, que é essencial para o bem estar das populações, foi simplesmente ignorada. Vamos esperar para ver quanto tempo a actual situação de descalabro se mantêm. 

Franklim Alves


O fartar vilanagem BPN queima tudo à sua volta: o PSD porque os accionistas eram maioritariamente seus membros, o PS porque decidiu nacionalizar os prejuízos do roubo, a Justiça porque está paralisada perante o maior assalto que já se fez em Portugal, o sistema bancário por razões óbvias.
Perante esta situação de descalabro, o Governo de Passos não quis ficar de fora e contrata um administrador do Grupo de Bandidos para Secretário de Estado. O senhor até pode ser competente e sério, mas nunca estaria em condições de entrar para o Governo, tal a revolta e asco que o caso BPN causa e causará nos próximos anos a todos os portugueses.
Ou foram distraídos, ou incompetentes ou querem mesmo ser demitidos


sábado, 2 de fevereiro de 2013

PS em luta interna


Ninguém entende como é que o PS se foi meter em guerras intestinas numa época destas. Com eleições autárquicas à porta, com o risco de a qualquer momento irmos para eleições legislativas e com as sondagens favoráveis, parece de uma infantilidade e de uma imprudência a toda a prova. 
E Costa, que tem áurea de messias para os socialistas que desconfiam das capacidades de Seguro e que possui a responsabilidade de manter a presidência da Câmara de Lisboa no PS, deixou-se enrolar na telenovela política montada pela tralha socrática existente ainda no PS e ninguém percebe porque se foi meter naquilo. Segundo dizem, entrou candidato para a reunião e saiu não candidato - nas fotonovelas não há melhor enredo.
E, segundo percebemos agora, tudo feito para pressionar Seguro a reabilitar o Governo Sócrates e para deixar de se distanciar e não defender o consulado mais desgraçado do pós 25 de Novembro de 1975 - o tal que dobrou a divida em poucos anos e gastou milhares de milhões em obras sem controlo e inúteis. Há quem afirme que uma segunda intenção seria queimar Seguro, armadilhar Costa e abrir caminho a um socrático puro.
Ora, a enorme derrota do PS que expulsou Sócrates, quando era Governo note-se, se reabilitada pela direcção socialista vai ter enormes repercussões negativas na luta pelo poder para a banda do PS, tal o mau nome que aquele executivo tem em todo o país.
A tralha socrática deu uns bons trunfos ao actual governo. Como dizem os brasileiros: um tiro no próprio pé.    

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Relvas e BES


Relvas aparece muitas vezes metido em negócios obscuros mas nunca ninguém provou nada contra ele. Portanto, ou as acusações são cabalas ou o homem não põe pé em ramo verde.
Mas o BES, que é um dos mais antigos bancos privados portugueses, aparece muitíssimas vezes envolvido em movimentações suspeitas da economia portuguesa. Inclusive, um dos seus administradores, José Maria Ricciardi, foi recentemente constituído arguido em mais um caso sob investigação.
A transparência e a honestidade não são mesmo qualidades cultivadas pelos dirigentes nacionais.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O grande Marinho Pinto


Marinho Pinto arrasador
O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, acusou os tribunais de servir para legitimar actos de corrupção. No discurso de abertura do ano judicial, Marinho Pinto afirmou que os cidadãos não podem confiar na justiça e que as leis têm cada vez menos qualidade. O bastonário criticou ainda as reformas no sector e acusou o Governo de agir com populismo na matéria.

A coragem e o à vontade de Marinho Pinto é raríssima entre nós e é de realçar. Ninguém o desmente, os seus pares preferem nem comentar o que ele diz para o descredibilizar mas, para qualquer observador externo e para a população em geral, estão a enfiar o barrete a a dar razão ao corajoso bastonário dos advogados. 
É pena o diferendo que ele tem com a Ministra da Justiça pois em conjunto eles poderiam mudar o panorama desastroso da Justiça e dos Tribunais que tanto prejudica o País.
(Se evitasse alguns insultos não seria pior...)


 

O escurinho do FMI

Autor: Daniel Oliveira
Usando a metáfora dos reis magos para se referir à troika, Arménio Carlos referiu-se, no seu discurso no final da manifestação dos professores, a Abebe Selassie como "o mais escurinho, o do FMI". Esta forma de falar do etíope representante do Fundo Monetário Internacional na troika causou natural incómodo a muita gente. A mim também. E por isso escrevi que "esta crise anda a fazer quase toda a gente perder o norte e o sul e coisas extraordinárias vêm de quem menos se espera". Outros foram os que, com mais ou menos veemência, se indignaram.

Em defesa de Arménio Carlos vieram muitas outras pessoas, mais e menos anónimas. Com argumentos variados. Uns, que nem deveriam merecer grandes comentários: criticar Arménio Carlos para defender o representante do FMI, nas circunstâncias em que o País vive, é dividir a oposição à troika e ajudar o inimigo. A ver se nos entendemos: considero a troika inimiga dos interesses do País e da justiça social. Mas isso não permite tudo. E não me permitirá a mim, com toda a certeza, esquecer outros valores e outros combates tão essenciais como os que agora se travam. O facto de ser dito pelo líder da CGTP, organização em que muitas vezes me revejo, torna a coisa mais grave para mim. Se não criticamos os nossos nunca teremos autoridade para criticar os outros.

Outro argumento foi um pouco mais sonso: então ele não é mesmo mais escurinho? Qual é o problema? A não ser que passe a ser normal responsáveis políticos referirem-se a adversários desta forma, tudo bem. Será, assim, natural ouvir em intervenções públicas falar do ministro das finanças alemão como o "aleijadinho" (ele, de facto, anda de cadeira de rodas, não anda?), a António Costa como o "monhé" (ele, de facto, tem origem indiana, não tem?), a Jaime Gama como o "badocha" (ele, de facto, tem uns quilos a mais, não tem?), a Ana Drago como a "pequenota" (ela, de facto, é baixa, não é?), a Mário Soares como o "velhadas" (ele, de facto, já não é jovem, pois não?), a Miguel Vale de Almeida como "larilas" (ele, de facto, assume publicamente a sua homossexualidade e faz da luta pelos direitos LGBT uma parte fundamental do seu combate político, não faz?). Espera-se, no entanto, que o debate público mantenha algumas regras de civilidade. E, sobretudo, que não alimente alguns preconceitos importantes. Arménio Carlos não disse o que disse num café, onde a conversa se pode aligeirar sem problemas. Disse o que disse numa intervenção pública oficial.

Por fim, porque não há oportunidade em que a expressão não seja usada a propósito ou a despropósito, veio a costumeira acusação do "politicamente correto". A ver se nos entendemos: o politicamente correto tem um sentido. E esse sentido resume-se assim: as palavras não são neutras e carregam consigo história, cultura e política. Por isso, devemos usá-las com correção. Não quer isto dizer que devemos ser bem comportados ou que devamos fazer de cada frase um manifesto político. Quer dizer que não devemos usar as palavras ao calhas. Pelo menos quando estamos a falar ou a escrever na arena pública e não conhecemos as convicções mais profundas dos nossos interlocutores. Há, claro, excessos de purismo no politicamente correto. Que me irritam, como me irritam todos os purismos. Mas o princípio está certo e não é preciso ser especialmente adepto dele para não gostar de ouvir falar de um responsável público como "escurinho".

Portugal é um país racista. Tem uma longa história de racismo. E uma longa história de negação desse racismo. É um racismo suave, sorrateiro, com diminuitivo (como "escurinho"), que não se exibe de forma descarada na praça pública. É, talvez, das formas mais insidiosas de racismo. E um homem que se enquadra numa corrente política com provas na luta contra o racismo e a discriminação, como Arménio Carlos, tem obrigação de saber isto. É por isso que o incómodo com esta afirmação deve ser maior por vir da sua boca. Não duvido, no entanto, que se a expressão tivesse sido dita por um homem de direita a indignação seria muito mais violenta. E mal. A direita tem, nesta matéria, menos responsabilidades. Não porque a direita seja, em geral, racista, mas porque acredita, em geral, que os portugueses não o são. É, por isso, menos vigilante consigo própria.

Se repararmos, Abebe Selassie é o primeiro negro com algum poder real em Portugal. Ou seja, num país razoavelmente multiétnico, o primeiro negro com algum poder só o consegue ter porque esse poder não resultou da vontade dos portugueses. Há, que me lembre, apenas um deputado negro no parlamento - e é do CDS. Não há nenhum presidente de Câmara, nenhum ministro, nenhum secretário de Estado. Isto tem de querer dizer qualquer coisa. Ou quer dizer que os portugueses não votam em negros ou quer dizer que a generalidade dos negros não consegue ascender socialmente no nosso país para chegar a cargos públicos relevantes. Porque são geralmente discriminados ainda antes de chegarem à fase de poder ascender a estes cargos. São discriminados na distribuição do rendimento, dos empregos, das oportunidades. E é neste contexto, e não numa sociedade que dá a todos, independentemente da sua etnia, as mesmas oportunidades, que Arménio Carlos falou de um "escurinho".

Arménio Carlos não se referiu aos outros dois representantes da troika como "o carequinha" e o "loirinho". E é normal. Carecas e loiros há em muitos cargos semelhantes. Não chega a ser um elemento distintivo. "Escurinhos" é que há poucos. Ou melhor, não há nenhum. Só que essa característica física não é comparável a outras que aqui referi. Ela é causa de uma discriminação muitíssimo mais profunda. E foi isso que Arménio Carlos, sem o querer, acentuou: em vez do nome e do cargo, sobrou a Selassie (que eu aqui já critiquei violentamente sem me ocorrer falar da sua cor de pele) o facto de ser "escurinho".

Selassie não foi identificado como etíope, que é, como técnico do FMI, que também é, como alguém que usa óculos, que usa, que é careca, que também é, ou que é politicamente incompetente, que parece ser. É negro. Não pretendo que sejamos cegos perante a negritude. O que fica claro é que, mal surge um pessoa com algum poder no nosso país que seja negra passa a ser essa a forma mais evidente de a identificar. Com direito a dimunitivo. Que isso aconteça num café ou entre amigos não me choca. Que seja essa a forma como o secretário-geral da CGTP se refere a um adversário político - e o facto de ser um adversário político e da frase ter sido dita no contexto de um ataque político só torna a coisa mais grave - numa iniciativa pública é relevante.

Arménio Carlos é racista? Não me parece. Mas a indignação não resulta de uma qualquer avaliação do carácter ou das características políticas de Arménio Carlos. Resulta do que a frase que proferiu num contexto oficial acrescenta ao discurso político em Portugal. Mais grave: o que ela acrescenta ao combate a uma intervenção externa que está a deixar as pessoas desesperadas. A intervenção externa é condenável, mas nunca se pode passar a ideia que ela é condenável porque envolve um "boche" ou um "escurinho". Porque, mesmo que não seja essa a intenção de quem assim falou, isso transforma uma resistência em defesa da soberania democrática num ataque xenófobo. Repito: mesmo que não seja, e estou seguro de que não era, a vontade de Arménio Carlos. É que o sentido das palavras ditas na arena pública não depende da vontade de quem as diz. Dirigindo-se indistintamente a todos - e também a quem seja, e são muitos, racista -, é apropriável por todos. Por isso somos obrigados a especiais cuidados quando as dizemos no espaço público.

Arménio Carlos já veio dizer que não sabe de ninguém que tenha ficado pessoalmente incomodado. E que se alguém ficou, transmite as suas desculpas. Arménio Carlos é um político e tem obrigação de saber que a questão não é o incómodo pessoal de cada um. O confronto político permite o incómodo dos outros. Ele até poderia insultar Selassie. Mas deve pensar bem se o insulto que escolhe corresponde aos valores políticos que defende. A questão é o que a expressão, ainda mais com o diminutivo paternalista, revela. E se há coisa que um político tem de saber é que as palavras, sendo parte fundamental do seu ofício, são importantes. Um trabalhador pode ser um "colaborador"? Pode. Um despedimento colectivo pode ser uma "reestruturação" de uma empresa? Pode. E, como tão bem sabe Arménio Carlos, não é indiferente se usa umas ou outras expressões. Mesmo que ninguém fique pessoalmente incomodado por ser chamado de "colaborador". Porque, como gritava Nanni Moretti, "as palavras são importantes". E em política elas são muito importantes. Mesmo quando não se quer ofender ninguém.


Cena:
Este comentário do Sr. Daniel expressa uma opinião de fundo correta: Arménio cometeu um erro de palmatória, foi indecente e, como refere outro comentador, portou-se como um anão mental.
Só peca, e de forma profunda, pelo tom suave e desculpabilizador e por ter o atrevimento de dizer que Arménio não é racista. Desculpe? Quem tem uma afirmação daquele género e naquele local é um racista da pior espécie - ignorante, néscio e mal intencionado, para não falar de algum ódio que o sindicalista possa ter aos negros.
Mas nós, os que o lemos, já estamos habituados ao seu facciosismo: trata de forma benevolente os correlegionários, mesmo que estes cometam os piores actos e arrasa os adversários pela mínima falha. Por isso, a sua credibilidade não é das melhores ao nível dos comentadores profissionais nacionais. Não fosse a sua boa capacidade de raciocínio e argumentação (que até transforma, para os mais incautos, demagogia em factos) e o Sr. Daniel seria esquecido.
Quanto a mim deixe-me dizer que tenho vergonha de, no meu país, ter uma importante central sindical como a CGTP liderada por um racista ignorante como é Arménio e, ainda por cima, o homem foi defendido por outros agentes importantes da esquerda.
Não sei se o episódio passou nas TV estrangeiras, espero que não, mas se passou é uma das maiores vergonhas para Portugal nos últimos anos.

Costa desiste do PS


Costa mostrou argúcia e visão: percebeu a tempo a argolada que ia cometer e a armadilha em que estava a cair, preparada pelos empedernidos socráticos do PS. Indo para líder do PS perdia a Câmara de Lisboa e começava o seu consulado como o líder que perdera para o PSD a maior Câmara nacional. Isto era bom para os socráticos pois abriria caminho para que um purista da trupe, que Costa não é, ganhasse a liderança do partido. E enquanto Costa não for derrotado isso será muito improvável.
Falando agora de coisas importantes, refira-se que isto é mais uma vitória de Passos/Portas e do Governo numa época recheada de êxitos. O povo vai-se apercebendo que o PS, infelizmente, é uma quadrilha de lutadores insaciáveis pelo poder, pelo orçamento e pelos lugares. E agora que regressamos aos mercados internacionais a ganância dos socráticos atingiu os limites da decência, visíveis para qualquer observador.
Excelentes semanas para Governo PSD/CDS.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O insultos racistas de Arménio Carlos


Arménio Carlos, líder da CGTP, insulta de forma racista o representante do FMI em Portugal.

Este caso vem demonstrar o profundo racismo que ainda existe em Portugal por parte das faixas mais ignorantes e complexadas da nossa sociedade. Referirmos ou destacar alguém pela cor da pele é racismo do mais puro, no caso de Arménio não por nazismo mas por falta de cultura e princípios civilizacionais.
Aliás já não é a 1ª vez que se ouvem bacoradas de racistas portugueses em relação ao senhor do FMI, o que é desprezível.  

O que é incrível é que o Arménio proferiu o insulto racista (quanto a mim já bêbedo) e nada se passa. Não há indignação, destaques na TV, está tudo na boa. 
Olha se o Arménio, o Estalinista/Racista, fosse do PSD ou CDS ou mesmo do PS...


Austeridade


Existem ainda muitos personagens anti austeridade mas que se esquecem de explicar onde íamos buscar o dinheiro...
E há um facto indesmentível: o louco Governo Sócrates investiu 70 mil milhões de dinheiro emprestado na nossa economia e o crescimento foi quase zero ao longo daqueles anos - e temos aí os juros para pagar.
O problema deriva da falta de investimento privado e não público e o nosso país não é um local aprazível para investidores - aqui sim, podem ser assacadas fortes criticas ao Governo que pouco tem feito para melhorar e reformar o país.
Um Estado que gasta sucessivamente mais do que recebe, não é viável. E Portugal sem Estado acaba.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O fantasma de Sócrates


Uma nova perspectiva do golpe de partido em curso no PS

 Parece que a trupe socratista que ainda não foi extirpada do PS, nem deverá sê-lo tão cedo, quer ter os dois pássaros na mão: expulsar Seguro e entalar Costa para, em definitivo, abrir o caminho da liderança a um cúmplice de Sócrates mais expressivo. Tipo Santos Silva ou até mesmo o Galamba.

Mais inocentes mortos


Segurança Social queria retirar à mãe crianças encontradas mortas em Oeiras
Família estava sinalizada pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Oeiras e a Segurança Social queria retirar os filhos à mãe.

Este caso lamentável vem demonstrar que a Segurança Social e os Tribunais não podem arriscar quando decidem sobre o futuro de crianças em risco. Se tivessem já tirado as crianças da alçada da mãe assassina elas ainda estariam vivas.
Nesta área, à mínima dúvida as crianças devem ser afastadas dos pais e depois investiga-se melhor. É melhor do que continuarmos a saber destas desgraças. 
Apenas se deve garantir que os processos devam ser rápidos e, sempre que possível, os pais não percam o contacto com os filhos.

Costa ataca Seguro e liderança


O espectáculo trágico-cómico que se vive no PS de luta pela liderança deriva do regresso aos mercados. O PS só sabe governar, muito mal, com acesso aos mercados. Não foi à toa que o parisiense Sócrates (que está lá à custa dos pais e de um empréstimo, note-se) dobrou a divida do país. Assim, os detentores presumidos do voto dos funcionários públicos já afiam as facas com vista ao regresso ao poder, ao uso do orçamento e a um dobrar ou triplicar da divida.
Mas esquecem-se os socialistas de pacotilha que o povo não é obtuso e percebe todas estas manobras, não devendo cair de novo na esparrela.
Pode ser a grande oportunidade do Bloco, já que PSD e CDS estão arruinados e ninguém acredita no PCP: ganhar as eleições, com maioria absoluta e resolver por fim todos os problemas de Portugal com emprego e dinheiro para todos - este último parágrafo é apenas ironia.  
   

domingo, 27 de janeiro de 2013

Favelas do Rio de Janeiro


Favelas do Rio de Janeiro entram nos mapas
Após décadas de invisibilidade, as favelas estão a ganhar um novo estatuto. A organização sem fins lucrativos "Redes de Maré"

As favelas no Brasil são uma vergonha para aquele grande país irmão e deveriam ser arrasadas para dar lugar a urbanizações condignas e modernas.
Esta deveria ser uma tarefa e um desígnio nacional para o povo brasileiro e deveria estar muito antes dos jogos olímpicos e mundial da bola

Protestos de professores e a CGTP

Milhares de professores protestaram em Lisboa
Mais de 40 mil professores participaram em Lisboa na manifestação contra a política de educação do Governo. Fenprof anuncia luto para as escolas de 18 e 22 de Fevereiro.

Os sindicalistas comunistas Nogueira (o tal que não dá aulas mas recebe o ordenado há décadas) e o chefe da trupe, Arménio, perderam a cabeça e a face. Parece que o almoço foi bem regado e seguido de uns generosos cálices de espirituosa. Nogueira arranja uma trama da GNR com uns porcos e um acidente rodoviário para atrasar umas camionetes com manifestantes. Depois dirige-se ao palco onde insulta o governo de forma soez. De seguida aparece o camarada Arménio no palco dos discursos, vomita os seus impropérios para o Executivo e membros da troika e, num assomo de loucura, insulta de forma racista o representante do FMI chamando-o de escurinho. Se a CGTP tiver consciência ou o seu líder se retrata ou deve sair para manter a dignidade da Central Sindical. Carvalho da Silva, agora um orgulhoso Doutor e com todo o mérito, nunca fez figuras tão tristes.
Os sindicalistas comunistas querem voltar aos tempos dementes do PREC, esquecem-se que o nosso povo rejeitou esse caminho em eleições e se assusta se esta gente se tenta aproveitar e colar à indignação popular, principalmente se exibirem este baixo nível civilizacional.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Silva Lopes


Um dos mais respeitados economistas portugueses, Silva Lopes (insuspeito de ser neoliberal), disse à Renascença não haver alternativa – é mesmo preciso cortar na despesa do Estado. Acrescentou que os funcionários públicos ainda gozam de vantagens que outros trabalhadores não têm. É o caso da ADSE, como defende o coordenador do PS para a área da Saúde, Álvaro Beleza; uma opinião apoiada por Correia de Campos, aliás na linha de Sócrates nos seus primeiros tempos à frente do Governo. Também o memorando da troika, negociado pelo Governo de Sócrates, impõe a unificação de todos os subsistemas de Saúde. Mas, com a coragem política a que o PS de Seguro nos habituou, Zorrinho já veio negar que o partido queira acabar com a ADSE.

«É nas pensões elevadas que se tem de cortar e estou a falar contra a minha própria pensão; há valores que não são aceitáveis quando comparados com outros tão baixos», afirmou Silva Lopes. Que contraste com os que reclamam, mesmo na área política do Governo, porque pessoalmente afectados, embora não sejam os que recebem menores pensões...
ouvir aqui

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A defesa das crianças


O Estado Português não tem mesmo jeito ou queda para gerir seja o que for, pedindo desde já desculpa aos "estatistas" militantes pela expressão.
Há poucos anos parecia haver uma rebaldaria na protecção das crianças que eram entregues a famílias de torturadores que as violentavam  e matavam. Hoje, face aos maus exemplos do passado e até com algum sentimento de culpa, à mínima dúvida tiram os filhos aos pais e depois é que vão investigar melhor. É o 8 ou 80 ou atirar primeiro e perguntar depois.
Por princípio, prefiro o sistema actual de não arriscar, mas para tal os processos têm de demorar muito pouco, não meses ou anos.
Quanto às insinuações de negócios de adopção, não deverão ser acusações credíveis.

Os precários e a sua luta


Os esquerdistas estão convencidos da superioridade moral da esquerda, nomeadamente a esquerda radical. Basta ver a arrogância e a sobranceria com que falam os bloquistas, às vezes para dizer nulidades ou inverdades, para se perceber como este fenómeno é verdadeiro na mente dos integristas de esquerda. 
O caso da discussão da precariedade no emprego é também prova disso. 
Todos os cidadãos de boa fé e bem formados, sejam de esquerda sejam de direita, pretendem a felicidade no emprego e trabalho para todos. 
A diferença é que os esquerdistas e os seus correlegionários entendem que esses direitos se criam com decretos e os restantes acham que é a realidade económica, a vida real a criar essas condições. Com uma taxa de 16% de desemprego e empresas em extremas dificuldades para sobreviver até ao mês seguinte, como é possível exigir todos os direitos de pleno emprego e outros aos empregadores? Nesta fase de queda da economia acentuada todos temos de perder. A única questão é que exista justiça e equidade, ou seja, que todos sejam penalizados, principalmente os mais privilegiados. 
Daqui por uns anos, vamos sonhando, a crise vai acabar, vamos ter de novo pleno emprego e lucros razoáveis para empresas, Estado e trabalhadores. Aí sim, todos, não só a esquerda pretensiosa, temos o dever de exigir plenos direitos para os trabalhadores, sempre com a competitividade em mente.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O regresso aos mercados


Finalmente o Governo conseguiu o tão almejado deficit adequado ao que os estrangeiros nos obrigam e o fantástico regresso aos mercados internacionais de crédito a longo prazo.
Mas isto são apenas números, difíceis de alcançar é certo e com tremendos sacrifícios para a população, mas nada de novo trazem à economia real do país. Pelo menos no imediato.
O que o nosso país precisa é de crescimento económico real, com diminuição do desemprego e dos insuportáveis impostos/esbulho que nos impõem e o Governo tem feito pouco para que tal aconteça. A justiça continua lenta, a burocracia e a corrupção são monstros inamovíveis, as leis fiscais penalizam os investidores e nunca são certas para o futuro, a lei do trabalho é um labirinto que se impõe à lógica e ao bom senso. Portugal ainda não é, e não será nos próximos tempos, um bom país para investir.
Ainda por cima quem tem dinheiro quer é colocá-lo em títulos do tesouro, acções e outros chavões da economia fictícia de casino especulativo. Os que pretendem investir em empresas a sério, que produzam e vendam bens palpáveis, fazem-no no extremo oriente e na Europa de Leste.
Passos disse que temos de começar a pensar no pós-troika. Acho bem que o faça e reforme o Estado para que seja possível um maior investimento na industria e agricultura nacionais.    

domingo, 20 de janeiro de 2013

Os caracóis


Joãozinho para a professora:
- Oh, stora, tenho na minha mesa um caracol em cima duma caracola!
- Oh, Joãozinho, não se diz caracol em cima duma caracola!
- Diz-se caracol em cima de caracol.
 E o Joãozinho pumba, com uma reguada esmaga os caracóis. A professora indignada:
- Joãozinho, isso não se faz!...
 Responde o Joãozinho:
- Nah, nah, nah! Na minha mesa não quero paneleirices!

Rui


Quando o Ruizinho era pequeno, queria ser bailarino e os seus pais
desencorajaram-no, porque era coisa de paneleiro.
Logo depois, quis ser cabeleireiro, os pais não deixaram porque era
coisa de paneleiro.

Passado algum tempo quis ser estilista, mas seus
pais não permitiram porque era coisa de paneleiro.

Ruizinho cresceu, é mesmo paneleiro, e agora não sabe fazer merda
nenhuma.

Paróquia


A rapidinha de hoje...

Uma moça muito linda e jeitosa entra na igreja cabisbaixa e confessa os pecados:

- Sr. Padre, eu ando a ter sexo com o padre da aldeia vizinha...

Diz o padre muito zangado:

- Vais rezar 20 Avé-Marias e 20 Pai-Nossos... E nunca mais te esqueças: A TUA PARÓQUIA É ESTA!
                 

António Costa


Quadratura do círculo

António Costa, em menos de 3 minutos, disse tudo, TUDO na "quadratura do círculo".

E aqui está textualmente o que ele disse (transcrito manualmente):

"A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir. E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável. Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer... podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!

A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados.
Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.

Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.

Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos...
Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.

Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."

O António


Marido e mulher dividiam uma garrafa de um bom vinho quando ele diz:
-"Aposto em como não és capaz de dizer algo que me deixe alegre e triste ao mesmo tempo."

A mulher pensou 2 segundos e disparou......

- "A tua pila é maior que a do António."

Curso Nocturno


Durante o almoço de trabalho, o Pepe e o Ramón discutem ...

-Pepe, faz cinco anos que estou inscrito num curso nocturno. Não estás interessado em fazer um?

-Bah!...

-Não? Por exemplo, tu sabes quem foi Graham Bell?

-Não!

-Foi o que inventou o telefone em 1876. Se viesses ao Curso Nocturno, sabias...

No dia seguinte, a mesma cena...

-Tu sabes quem foi Alexandre Dumas?

- Não!

- Foi o autor de "Os Três Mosqueteiros". Se viesses ao Curso Nocturno, sabias...

No dia seguinte, de novo...

-E sabes quem foi Miguel Cervantes?

-Não!

-Foi o autor de "D Quixote". Se viesses ao Curso Nocturno, sabias...

Já em brasa, o Pepe pergunta:

-Ouve lá Ramón, e tu sabes quem é Manolo Sanches?

-Não!

-Pois é o gajo que anda a comer a tua mulher! Se deixasses o Curso Nocturno saberias!

Ninguém quer saber


Pelas conversas e comentários atabalhoados que se ouve e lê por toda a parte, poucos devem saber que o Estado arrecada 70 mil milhões em impostos mas gasta 77 a 78 mil milhões (todos os anos)
Se isto fosse explicado talvez mais portugueses compreendessem melhor a situação do país.

Cavaco e o orçamento 2013

Se Cavaco entende que o orçamento para 2013 deveria ser aprovado para evitar instabilidade e o caos dos duodécimos, para que o enviou para o TC? Só para lavar as mãos, não se meter em polémicas para aumentar a popularidade e poder acabar o seu mandato com dignidade? Cavaco, com a idade, tornou-se medroso, pouco audaz e é uma grande desilusão para quem nos anos 80 acreditou nele. 

Seguro e a ADSE


Diz António José que o sistema de privilégio na saúde de que beneficiam os funcionários públicos e é pago, em grande medida, pelo dinheiro dos impostos de todos os portugueses, deve ser reformulado, por outras palavras destruído, mas com diálogo e consenso.
Diálogo e consenso?
É mesmo que dizer que deve haver diálogo e consenso entre o verdugo e o condenado à forca. Nunca nenhum beneficiário da ADSE concordará com a diminuição de gastos públicos naquele sub sistema de saúde. Portanto, o político que o fizer terá de o fazer à força e dizê-lo antes de eleições.
Neste caso, diálogo e consenso é a mesma coisa que dizer que nada se vai fazer. 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Seguro é um bom seguro


De repente, com a baixa enorme dos juros que nos pedem no estrangeiro para  mais empréstimos  Passos e o Governo passaram para a berlinda, no sentido positivo da expressão e Seguro e o PS começam a perder a face. Passos teve ainda declarações felizes ao dizer que devemos ter excedentes orçamentais para poder diminuir a divida e que o país não pode esperar pela indecisão e recusa em dialogar do PS. Basta que a economia tenha algum resultado positivo, como a diminuição, mesmo que ligeira, do desemprego, para que as sondagens desfavoráveis a PSD e CDS se invertam.
Mas ainda não estamos em campanha eleitoral e Seguro é o melhor seguro do Governo para as próximas eleições. Ele é medroso, não sabe o que fazer ou dizer e deve ser pouco atacado pela direita, está a entrar em descrédito e é o melhor adversário para as próximas legislativas. Embora se desconfie que Costa não fará melhor é melhor não arriscar e ir defendendo o incipiente António José.