"O nosso Povo tem sempre correspondido, nas alturas de crise. As elites é que sempre o traíram" Sá Carneiro; "Ou se é pela revolução ou se é pela reacção! Não há cá terceiras vias" Vasco Gonçalves; "Sou socialista, republicano e laico" Mário Soares; "Deixem-me trabalhar!" Cavaco Silva; "Se todo o aborto é um mal, a clandestinização do aborto é uma catástrofe" Álvaro Cunhal; "Instrução aos mais capazes, lugar aos mais competentes, trabalho a todos, eis o essencial" Salazar.
Angola tem investido milhões na economia portuguesa e está presente no capital de muitas empresas nacionais
Infelizmente Portugal não está em condições de exigir que o capital cá investido seja de origem garantidamente honesta, caso contrário, era possível que grande parte dos dinheiros angolanos não pudesse entrar.
Mas se o pudesse fazer, o nosso país estaria a mostrar ao mundo como é possível, mesmo no mundo avaro em que vivemos, ter os bons princípios como sagrados.
O Governo anunciou que a única tolerância de ponte de 2012 será a do Natal.
O Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, que parece ser quem domina totalmente a orientação governativa, deverá ter imposto esta solução e ninguém se atreveu a contrariá-lo.
Sendo assim, quem quiser deslocar-se para longe em pontes e outras folgas terá de despender dias de férias, caso possa.
Atacada com ácido sulfúrico por acabar relação com amante
Caso está a ser ouvido no tribunal em Bruxelas. Mulher já passou por 86 cirurgias após o ataque - Fonte: Visão.
Um acto monstruoso, praticado por um louco execrável.
Castiguem o malvado, façam-no sofrer, destruam-lhe a vida. Com gente desta estirpe não se aplicam os direitos humanos.
Coitada da senhora, ainda por cima é gozada por miúdos e reprimida pelos seus "evoluídos" conterrâneos, que a dão como exemplo do que pode acontecer a uma mulher que se mete com um homem casado.
Posição de PM e Ministro das Finanças
perante acusação de favorecer os mais
fortes e serem impiedosos com os mais fracos
O 1º Ministro gosta muito de falar à comunicação social de assuntos banais. No passado recente, concedeu 3 entrevistas seguidas repetitivas e onde nada se disse de substancial.
Com isso, a sua imagem na paciência dos portugueses vai-se degradando, mas Passos lá saberá o melhor para ele.
E os casos confusos vão surgindo em catadupa:
- No suposto favorecimento à Edp, o ex-secretário de estado queria reduzir os lucros excessivos na produção e venda de electricidade, pagos pelos consumidores, e foi demitido;
- No episódio da Lusoponte, com o pagamento duplo de portagens na ponte 25 de Abril e o Estado mostrou-se incapaz de exigir a devolução do dinheiro;
- No pagamento revoltante de dividendos a futuros (!!) accionistas da EDP, REN ou TAP, ou seja, os dividendos obtidos enquanto o Estado era dono, são pagos, no ano seguinte, aos novos proprietários das acções. A Secretária de Estado das Finanças já veio dizer que é costume fazer-se isto, para estupefacção geral.
Contra todos estas confusões/escândalos, o Sr. 1º Ministro, que tanto fala noutros casos, limita-se a dizer: "era o que faltava" - "então boa noite", respondem os contribuintes portugueses.
Num país que aposta no Turismo, como Portugal, as esplanadas são uma estrutura importante para o lazer dos turistas que nos visitam e também para os indígenas. São também uma boa fonte de rendimento para os proprietários dos cafés e restaurantes que as possuem.
Esplanada muito má
Mas daí a ser permitido instalar esplanadas em qualquer local vai uma grande distância. Muitas ocupam passeios estreitos, obrigando os peões a circular na rua; outras situam-se em vias com muito tráfego e quem se senta numa das mesas vê-se de repente a respirar o fumo negro dos automóveis e camiões; há também esplanadas no meio de ruas pedonais com muito movimento de peões e não é muito agradável estar numa mesa a almoçar com centenas de pessoas a circular em redor.
A escolha de locais onde se poderão instalar deverá ser criteriosa, estamos a falar de ocupação de espaço público por negócios privados. A principal regra é que os sítios devem ser espaçosos, de maneira a que não haja interferência com o trânsito automóvel ou circulação de peões e a paisagem do local deve ser limpa e atractiva.
Boa esplanada
Há ainda a questão dos moradores vizinhos. Como facilmente se compreende, a existência de uma esplanada causa ruídos e outros incómodos aos habitantes próximos, sendo assim, as Câmaras Municipais devem evitar o licenciamento de uma estrutura deste género, principalmente com horário de funcionamento nocturno, se existirem habitações particulares próximas.
Os animais que praticaram este acto macabro podem ser do Governo ou dos Rebeldes, isso já não é importante nesta fase.
O conflito/genocídio/massacre na Síria está a atingir níveis dantescos e Rússia e China, como nações civilizadas que são, têm de entender que é urgente pôr-lhe cobro.
Putin e Hu Jintao têm de mudar de posição e intervir ou apoiar uma intervenção, para defender a vida dos inocentes que morrem na Síria.
A Comissão executiva da CGTP debate esta segunda-feira uma proposta de aumento do Salário Minimo Nacional que prevê uma evolução plurianual de modo a chegar aos 600 euros em 2013
Tendo em conta o custo de vida em Portugal, o salário mínimo deveria estar próximo dos 1000 euros e não dos 500 euros. Esta constatação é evidente e aceite por qualquer cidadão de boa fé.
Portanto, esta reunião da CGTP tem toda a lógica, desde que as conclusões não se fiquem pela reivindicação. A CGTP tem de demonstrar, com dados científicos, que é possível e vantajoso o aumento para os 600 euros.
Muitos países do mundo têm caído na ruína devido à ilusão dos empréstimos de grandes quantias de dinheiro para financiamento da economia nacional. Parece que funciona assim: representantes de grandes companhias financeiras enviam funcionários a países com reduzida divida ao exterior e propõem-lhes emprestar dinheiro para desenvolvimento da economia. Por exemplo, criar uma rede de estradas ou construir barragens para produção de electricidade. Mesmo que os dirigentes locais se recusem, os financeiros podem usar tácticas como suborno ou chantagem. Começado o processo, o mesmo é imparável até à ruína do país. Até lá, os bancos vão cobrando juros, emprestando mais e quando o país já não aguenta, começam a comprar empresas públicas rentáveis ou direitos de exploração de recursos naturais a preços muitos baixos. Tudo se consegue com a ameaça de se fechar a torneira do dinheiro
Por aqui podemos parar para pensar se a situação portuguesa, grega ou irlandesa é só mera coincidência...
E as nações vão pagando, pagando até à exaustão. Mudam os Governos e os pagamentos continuam. É aqui que a história começa a ter contornos dantescos. Se um país não pode pagar mais porque continua a cumprir? Qualquer devedor só paga enquanto puder ou tiver bens que respondam pelas dividas e os credores sabem que existe risco de não serem ressarcidos. Mas os países deixam-se ser espremidos até à exaustão. Ainda por cima sabendo-se que o negócio do empréstimo tem ou pode ter, no mínimo, contornos suspeitos. Ou seja, o empréstimo pode não ter sido contraído por interesse do país mas por interesse dos bancos, com a conivência de governantes incompetentes ou mesmo vendidos.
Por último, qual é o tribunal que vai obrigar o país a pagar? Nenhum! Então porque continuam as nações a pagar as obrigações de uma burla e a arruinar-se?
A grande tragédia japonesa do ano passado, de que já quase não há rasto visível devido às limpezas e reconstruções, foi muito penosa para os japoneses que a viveram.
Mas a grande desgraça ainda está para vir e esta é mundial, só que para já é invisível. A radioactividade espalha-se para todo o lado, por todos os meios e muitos em todo o mundo irão sentir os efeitos das enormes quantidades libertadas da central de Fukushima. Quantos irão contrair cancro? quantas crianças irão nascer com defeitos físicos? Ninguém sabe e é impossível quantificar os danos para o futuro.
No Japão já só têm 2 reactores em funcionamento, dos 56 que estavam activos antes do terramoto de 9.0. Espera-se que os fechem todos e desistam em definitivo da energia nuclear. O resto do mundo tem de seguir o mesmo caminho e acabar com tudo o que se relacione com o nuclear. Só assim se poderá arrepiar caminho no desenvolvimento das energias renováveis que não poluem e são inesgotáveis.
A Casa da Música, assim como a Porto 2001, Expo ou Europeu, é apenas mais um elefante branco promovido pela vaidade de um conjunto de políticos incompetentes e pelos interesses de construtores e afins.
Mesmo que este projecto fosse rigorosamente elaborado nunca teria sucesso. Um país de fado, futebol, novelas e música pimba, não combina com música erudita ou, sequer, com alguma elaboração.
Quem hoje visitar o Porto pouco nota de recordações da Porto 2001. Aliás, Rui Rio, presidente da Câmara eleito após o fim da «festa», ainda esteve anos a tapar os buracos deixados para trás, como a Praça Carlos Alberto.
O que se nota muito bem são as dividas que teremos de pagar.
Por falta de dinheiro, as policias (PSP e GNR) têm-se queixado de paupérrimas condições de trabalho nas esquadras, frota automóvel obsoleta e até armamento estragado e falta de treino com as armas.
Por outro lado, nas cidades existe um vergonhoso e impune fenómeno de estacionamento de carros selvagem. Há décadas que uma boa parte dos automobilistas leva o carro para o centro da urbe e, na falta de lugar legal, estacionam em qualquer lado, seja em 2ª, 3ª e mesmo 4ª fila, em jardins, em cima dos passeios. Assiste-se à cena inacreditável de carros estacionados legalmente em zona de parquímetros, pagando, e, quem não quer pagar, estaciona em lugar ilegal de forma impune. Ou então quem tem lugar a 50 metros, mas estaciona em cima do passeio para não ter de andar a pé!
Este cenário dantesco é visto diariamente pelos agentes da autoridade que pura e simplesmente não actuam. Os agentes da autoridade portugueses não têm brio? Não se sentem embaraçados por não actuarem perante tamanha ilegalidade?.
É claro que na falta de fiscalização e sanções, já se sabe que boa parte dos cidadãos não cumpre a lei. E, regra geral, quem leva o carro para o centro não será propriamente alguém com grandes dificuldades financeiras
O Governo dá às policias parte das receitas das multas de estacionamento para modernização e melhorias das estruturas de apoio aos agentes. Mas, pelo caos que todos vemos, não está a resultar. A tutela tem que dizer aos agentes: "querem melhores condições de trabalho? acabem com o estacionamento selvagem"
Desta forma, com união de 2 problemas, estaríamos a conseguir resolvê-los: a melhorar as condições de trabalho dos policias e a limpar as nossas cidades deste horrível fenómeno do estacionamento abusivo.
- Não hajam dúvidas que Cavaco Silva é perseguido devido às suas origens familiares humildes e à forma insegura como reage aos ataques;
- José Sócrates começou a ser atacado após se saber que não era um verdadeiro engenheiro e tinha uma licenciatura manhosa, não por acaso está agora a melhorar o seu curriculum académico em França. Um dos ataques inadmissíveis de Manuela Ferreira Leite a Sócrates nas penúltimas legislativas foi precisamente a sua má preparação académica;
- o ódio a Armando Vara, Pinto da Costa, Valentim Loureiro, Torres Couto, Carvalho da Silva e muitos outros, deriva precisamente da falta de crivo académico normal de todos eles ou falta de berço ilustre;
- Jerónimo de Sousa já é mais respeitado, mas no início da sua liderança no PCP muitos ficaram estupefactos com a sua falta de licenciatura;
- Por último Álvaro Santos Pereira lançou o pânico ao pedir que o tratem por "Álvaro". Para os medíocres locais é inadmissível um ministro com este comportamento.
E repare-se que esta discriminação é tanto maior quanto mais baixa for a situação social, económica ou académica de cada um dos que descrimina.
É o povo que temos e há quem diga que esta nossa característica é já multi secular.
Passos Coelho afirmou hoje na Assembleia da Republica que o Governo está a ajustar a economia portuguesa a um "ritmo muito superior ao estimado" e a realizar reformas a um "ritmo extremamente intenso", o que terá efeitos junto dos mercados
Certo Sr. 1º Ministro, tudo muito boa conversa, os mercados estão simpatiquíssimos connosco, deste modo deveremos em breve continuar a esmolar e a aumentar a nossa astronómica divida e tudo vai ser um mercado de rosas.
Mas falta a parte mais importante que é o crescimento económico e esse não se vê, pelo contrário. Como é que nós iremos atrair grandes investimentos criadores de postos de trabalho para a população e impostos para o Estado? Somos desorganizados, pouco produtivos (por má gestão), a nossa justiça é ridicularizada dia sim dia não, o nosso sistema fiscal é caríssimo e muitos fogem ao pagamento, a legalização de uma empresa é um processo tortuoso.
E a nossa concorrência são países tipo China onde se ganha 20% do nosso salário médio, trabalham 60 horas por semana sem férias ou outras regalias e não protestam. E lá não há ASAE ou qualquer preocupação ambiental.
Ainda por cima, por cá há um sentimento anti-empresário. Ou dizem que são mal formados ou esclavagistas ou vigaristas.
Ou seja, caso não surja um milagre, não se verá a luz ao fundo do túnel e era isso que o Sr. deveria dizer. Ao contrário do que se possa pensar, ser pessimista, ou realista, não é contraproducente, pois alerta as consciências para a necessidade de esforço. Pelo contrário, prometer que o futuro será risonho, sem qualquer garantia, e que um qualquer fenómeno (místico?) nos irá salvar, tem o efeito contrário.
O que nós precisamos é que nos digam a verdade e nos mostrem a realidade.
Um americano comprou uma propriedade em Portugal com um armazém fechado.. As portas de aço estavam soldadas. Quando foram abertas.....que surpresa
!!!!! A propriedade, modesta, estava abandonada há 15 anos. Os antigos proprietários faleceram sem deixar herdeiros. Depois de longo processo, o estado tornou-se proprietário do imóvel e decidiu leiloá-lo. Não houve interessados, já que o comprador deveria assumir a conta de quinze anos de impostos atrasados. Como a propriedade estava abandonada e o tal armazém fortemente lacrado, ninguém se interessou em abri-lo. Um americano, de Nova York, acabou comprando as terras e o armazém, por menos da metade do preço inicial.
O presidente do conselho de administração da Jerónimo Martins considerou hoje que é preciso acabar com "a mania nacional dos salários dos ricos" - Fonte Visão
A revolta/inveja contra quem cria e desenvolve um negócio de sucesso não é um fenómeno exclusivamente português, mas por cá atinge níveis preocupantes. Aos invejosos não interessam os milhares de postos de trabalho ou os milhões que o Estado recebe em impostos das empresas de sucesso. Importante é deitar abaixo, mesmo com insultos, quem triunfa no sistema de economia de mercado/capitalista.
Contra este fenómeno não há muito a fazer, o seu fim depende da melhoria da mentalidade e cultura do nosso povo, ou parte dele. A boa noticia é que os empresários não dão importância ao caso e continuam a investir.
Só é pena serem tão poucos, os bons investidores nacionais.
Sem qualquer tipo de alarde ou destaque nos media, o programa semanal do Prof. José Hermano Saraiva foi suspenso da grelha de programação da RTP2, após décadas de transmissão.
Foi assim, desta forma simples, que retiraram da antena o único programa onde se falava da História de Portugal, não só os grandes acontecimentos, mas também a história de simples localidades, quase esquecidas, relembradas apenas por Hermano Saraiva. Nesses pequenos lugares também é Portugal e vivem portugueses, era esta a mensagem.
Estamos em crise, é preciso reduzir a despesa, um canal da RTP vai ser alienado e toda a gente reclama quando os cortes lhe afectam pessoalmente. Neste caso, reclamar contra a extinção do programa de Hermano Saraiva não é defender nada particular mas defender um bem nacional. Aquele programa, goste-se ou não dele e do seu autor, era pouco visto em Portugal, mas tinha grande audiência na comunidade portuguesa emigrante espalhada pelo mundo e também nos países da lusofonia. Podiam ser poucos os espectadores em cada país, mas todos juntos faziam um grande número.
A saúde e a idade do Prof. já não seriam as aconselháveis para um programa daquele género, mas quem o via não se preocupava com esses pormenores e observava, sem margem para dúvidas, que a lucidez e a imensa cultura geral do Prof Hermano Saraiva continuam intocáveis.
A RTP gasta milhões todos os anos em programas de simples entretenimento, o programa a Alma e a Gente também era de entretenimento mas com cultura e ensino, ou seja, conseguia fazer-nos esquecer a crise em que estamos sem seguir por caminhos de vacuidade ou inutilidade.
Deste modo, deixamos aqui o nosso protesto pela extinção/suspensão do programa a Alma e a Gente. Pode ser que SIC ou TVI tenham o discernimento de o retomar.
Um guarda-nocturno chamado Zé Maria trabalhava numa empresa especializada em lapidação de diamantes. Uma manhã ele contou ao seu chefe um sonho que tivera na noite anterior. Disse que o avião que ele viajaria com destino à Rússia sofreria um acidente e, em consequência, todos os passageiros morreriam. O chefe, jovem executivo dinâmico e empreendedor, tinha verdadeiro pânico de aviões. Assustado com a informação do Zé Maria, decidiu cancelar o vôo. Três dias mais tarde leu nos jornais que aquele avião caíra no mar e, até ao momento, não havia notícias de sobreviventes...! Imediatamente chamou o guarda-noturno, mostrou a notícia do jornal e agradeceu efusivamente pelo aviso que lhe salvara a vida. Três dias depois despediu-o. O guarda não compreendeu porque tinha sido despedido depois de salvar a vida do seu chefe... Pergunta: - Porque razão foi o Zé Maria mandado embora? Resposta: O Zé Maria era guarda-nocturno. Se teve um sonho à noite, é porque estava a dormir em serviço. Conclusão: Chefe é chefe... Por melhor que sejas e por mais que faças, nunca vais agradar. Então, DEIXA O CHEFE MORRER. «Mal agradecido do inferno!
A Democracia é o pior sistema do mundo, além de todos os outros?
Não! A democracia é o melhor sistema do mundo, principalmente, com um Estado de Direito, respeito pelos direitos humanos e liberdade. Já algum português imaginou o que seria aguentar esta crise terrível porque passamos, sem liberdade e sem sabermos que daqui a uns anos poderemos penalizar ou premiar o actual governo?
Pois os sírios aspiram ao estatuto de viverem num país livre, mas o poder vigente não deixa. E este grupo dominante na Síria usará de todos os meios ao seu alcance para manter o poder.
E, infelizmente, a China e a Rússia permitem que este massacre continue apenas porque têm medo de reacções parecidas nos seus territórios.
Este caso da Síria é mais um dos motivos que tornam urgente, para o bem da humanidade, a democratização total da Rússia e China.