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terça-feira, 8 de maio de 2012

Hollande


A França ou elegeu um mentiroso ou um demente.
Prometer aumento de lugares na administração pública para diminuir o desemprego, diminuir a idade da reforma ou inundar o mercado de moeda, são propostas bem intencionadas mas apenas se fossem realizáveis e este género de propostas apenas resulta nos contos de fadas. 
Portugal teve dolorosas e irrecuperáveis lições destas políticas nos últimos anos. Sócrates investiu milhares de milhões, emprestados, e o resultado foi zero de crescimento económico, a ruína da economia e uma monstruosa dívida para pagarmos todos. Sendo assim, de nada serve desperdiçar dinheiros públicos para desenvolver a economia.
Resta saber então se Hollande é um mentecapto convincente ou um aldrabão irrepreensível.
Nota: espera-se que Merkel e os seus conselheiros o façam regressar à realidade rápido 
 

sábado, 7 de abril de 2012

Incontinente verbal



Passos Coelho admite, em entrevista a um jornal alemão, que Portugal pode não regressar aos mercados em 2013.
Este senhor padece do mesmo defeito de Sócrates: não resiste a uma câmara ou microfone e desata a tagarelar desenfreadamente. Há dias berrava as respostas aos jornalista enquanto saia do Ministério das Finanças - os jornalistas não se podiam aproximar e ele lá gritou as réplicas. Só falta conceder uma entrevista no WC ou no SPA.

Qualquer inapto entende que um político deve ter esta postura enquanto é desconhecido, mas Passos já é mais conhecido que a Sé de Braga ou o Cristo Rei pelos 10 milhões de portugueses e a sua imagem na TV a opinar sobre tudo é corrosiva e degrada a paciência da Nação. Mais, face às medidas de austeridade pesadíssimas que o Governo está a implementar, o bom senso aconselhava recato e humildade. Mas não, o 1º Ministro fala pelos cotovelos e tem cometido erros atrás de erros e a situação já é irreversível. 
Isto é lamentável, pois o país está a fazer sacrifícios graves e o governo é constituído por pessoas que vieram para a política por patriotismo e prejuízo pessoal, tudo no sentido de ajudar Portugal,  e este individuo, que supostamente é o líder, estraga tudo com esta vaidade e gosto pela exposição mediática.
Sr. 1º Ministro o senso comum aconselha pouca vozeada, tenha respeito pelo trabalho do seu Governo e pelos sacrifícios do seu povo.
Mude de gestores de imagem ou aconselhe-se com outros.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Troika


Após um ano de ajuda internacional, realmente, estamos bem pior do que estávamos há dois anos e daqui a dois anos estaremos, possivelmente, bem pior que hoje.

Mas, o nível de vida que temos e teremos no futuro é que é o verdadeiro, o real. O conforto que vivemos nos últimos lustros deveu-se, quase exclusivamente, aos impressionantes montantes de capital que pedimos aos financeiros internacionais e que teremos de pagar.

Há razões para ter esperança? Tudo se faz de mudanças. Empresas obsoletas, mal geridas durante décadas acabam e têm de ser substituídas por outras modernas e bem administradas. O Estado tem de se reformar para não ser um estorvo ao desenvolvimento. O Povo tem de utilizar o conhecimento adquirido com a melhoria das habilitações em prol do País.

Portanto, está nas nossas mãos salvar Portugal. Deixemos de culpar os políticos de todos os males, temos apenas de lhes exigir que sejam honestos e reformem o Estado e tomemos nas mãos o nosso futuro colectivo. 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Intransigência


A foto apresentada é explicita: o Ministro tem nervos de aço e resiste a todas as pressões. O plano, assinado pelo anterior Governo, é para cumprir à risca, caso contrário o dinheiro não vem e o Estado deixará de honrar os compromissos com os 6 milhões de portugueses que dependem dele.

O problema é se o esquema traçado pelos estrangeiros (repito: e assinado pelo anterior Governo) não resulta... Ou seja, caso a economia não recomece a crescer.

Se resultar, Gaspar será em breve o mais importante politico português (relembrar casos de Cavaco Silva e Salazar).

Parece também muito bem gerida a imagem e comunicação deste Ministro das Finanças. Nesta altura ele já devia ser alvo de injúrias e desprezo e, pelo que se ouve, é o mais respeitado Ministro do Governo.