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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Costa ataca Seguro e liderança


O espectáculo trágico-cómico que se vive no PS de luta pela liderança deriva do regresso aos mercados. O PS só sabe governar, muito mal, com acesso aos mercados. Não foi à toa que o parisiense Sócrates (que está lá à custa dos pais e de um empréstimo, note-se) dobrou a divida do país. Assim, os detentores presumidos do voto dos funcionários públicos já afiam as facas com vista ao regresso ao poder, ao uso do orçamento e a um dobrar ou triplicar da divida.
Mas esquecem-se os socialistas de pacotilha que o povo não é obtuso e percebe todas estas manobras, não devendo cair de novo na esparrela.
Pode ser a grande oportunidade do Bloco, já que PSD e CDS estão arruinados e ninguém acredita no PCP: ganhar as eleições, com maioria absoluta e resolver por fim todos os problemas de Portugal com emprego e dinheiro para todos - este último parágrafo é apenas ironia.  
   

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O regresso aos mercados


Finalmente o Governo conseguiu o tão almejado deficit adequado ao que os estrangeiros nos obrigam e o fantástico regresso aos mercados internacionais de crédito a longo prazo.
Mas isto são apenas números, difíceis de alcançar é certo e com tremendos sacrifícios para a população, mas nada de novo trazem à economia real do país. Pelo menos no imediato.
O que o nosso país precisa é de crescimento económico real, com diminuição do desemprego e dos insuportáveis impostos/esbulho que nos impõem e o Governo tem feito pouco para que tal aconteça. A justiça continua lenta, a burocracia e a corrupção são monstros inamovíveis, as leis fiscais penalizam os investidores e nunca são certas para o futuro, a lei do trabalho é um labirinto que se impõe à lógica e ao bom senso. Portugal ainda não é, e não será nos próximos tempos, um bom país para investir.
Ainda por cima quem tem dinheiro quer é colocá-lo em títulos do tesouro, acções e outros chavões da economia fictícia de casino especulativo. Os que pretendem investir em empresas a sério, que produzam e vendam bens palpáveis, fazem-no no extremo oriente e na Europa de Leste.
Passos disse que temos de começar a pensar no pós-troika. Acho bem que o faça e reforme o Estado para que seja possível um maior investimento na industria e agricultura nacionais.