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domingo, 4 de novembro de 2012

Seguro - pela boca morre o peixe


O secretário-geral do PS, António José Seguro, avisou hoje o primeiro-ministro que o seu partido não será cúmplice na criação de um Estado 'low cost' para os portugueses

Seguro não percebe, ou quer fazer crer aos portugueses que tem uma melhor solução, que ninguém quer um Estado Low Cost. Então não seria bom ter saúde, educação, segurança social, estradas e até emprego, tudo de grande qualidade e garantido pelo Estado? É por esse ideal que todos lutam e é facílimo, para não dizer tentador, dizer ao eleitorado que é isso que o partido quer com o fito de ganhar votos.
Mas, por este caminho, quando Seguro chegar a 1º Ministro, caso se mantenha como líder da oposição até lá, vai-lhe acontecer o mesmo que aos seus antecessores no Governo: vai ser confrontado com as promessas que fez e que não pôde cumprir. 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Mendes, Marques


Foi o comentador televisivo Marques Mendes quem anunciou o que queria dizer a refundação do Estado, adiantada há dias por Passos

Não foi o Marcelo que anunciou a recandidatura de Cavaco à Presidência? 
Passos já fala muito menos e já evita as declarações na rua ou em corredores!
A imagem dos titulares de Governo e da Presidência está tão desgastada que os referidos governantes pedem estes fretes aos comentadores televisivos.
Talvez assim a mensagem não seja à partida descredibilizada ou provoque manifestações em massa da população

Não nos conseguimos governar


O Governo português começou há uma semana um conjunto de reuniões com alguns técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI) para preparar a reforma do Estado

Não há cá técnicos minimamente competentes para analisar as despesas do Estado e descobrirem onde cortar da maneira mais eficiente e menos gravosa socialmente?
É a prova da incompetência dos nossos técnicos. Têm a costa direita, muito aprumo, um falar treinado (a maior parte das vezes para esconder as origens rurais), bons ordenados, carros de topo e despesa paga, mas, na hora da verdade, têm de vir os estrangeiros efectuar as tarefas que só os verdadeiros profissionais conseguem executar.
Os poucos bons economistas que temos ou estão velhos, portanto formados no tempo do salazarismo; emigrados no estrangeiro ou por descobrir.
Esperemos que seja esta reformulação das funções do Estado a resolução do inacreditável deficit e divida públicas.