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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Redução da TSU


O Governo entende que são as empresas privadas, principalmente a banca e as exportadoras, que irão levantar o país. Mas esta medida de baixa da TSU é muito facilitadora, se o empresário quiser, se lhe der na bolha, compra um Ferrari ou uma casa com piscina à beira mar e marimba-se para o crescimento da sua empresa. Gaspar diz que irá controlar esta questão e penalizar fiscalmente estes desvios, mas isso deve ser tarefa impossível. Por outro lado, ter as empresas monopolistas tipo EDP ou PT a beneficiar deste privilégio é um escândalo. 
Mas o Governo deverá ser mais dialogante, nomeadamente com o PS e recuar, ainda está a tempo.


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Reclama pá!


Há uma grande revolta nas redes sociais e Internet em geral porque o Governo de Passos/Portas resolveu aumentar mais as receitas do Estado e diminuir as despesas com pessoal, beneficiando as empresas privadas. Estas reacções são humanamente compreensíveis pois todos gostamos de bons repastos em restaurantes, trocar de carro periodicamente, morar em casas cada vez melhores e ir de férias para sítios exóticos e na moda.
Até aqui tudo normal.
O que não é normal são as reacções de determinadas cabeças de esquerda radical que afirmam em tom revolucionário: viram? eu não tinha dito? este passos é um terrorista político que come portugueses ao pequeno almoço e está a tomar estas medidas porque é mau e quer fazer mal ao povo.
Vamos lá tentar explicar: a vida que tínhamos antigamente era paga com dinheiro emprestado e hoje ninguém, com excepção do troika, nos empresta. Sendo assim, temos que regular as benesses do Estado com o que o mesmo Estado recebe em impostos, taxas e outros. Certo? Certo!
A malta do privado que reclama deveria reclamar contra a nossa constituição e os funcionários públicos deveriam queixar-se dos governantes que nos enganaram a todos. Não venham agora crucificar quem tem de tomar estas medidas.
Presto a minha homenagem aos que não têm emprego e que não são ouvidos nem ajudados, principalmente aos casais com filhos e que estão ambos desempregados. Esses não reclamam, emigram e rezam por dias melhores.