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terça-feira, 27 de novembro de 2012

PS - Portugal e o sociopata


Estar falido e viver num Estado falido e insolvente é tramado...
Felizmente temos as manifestações da dupla CGTP/PCP, a demagogia risível do Bloco e a greve insana dos estivadores para animar a maralha.
E, cereja podre no topo da broa, temos o artista Seguro que, ao mesmo tempo que exibe com vaidade o seu branqueamento dental, tenta enganar os mais pobres de espírito dizendo que está pronto para governar com todas as soluções mágicas na manga - só não diz quais, fala num crescimento económico, esotérico diríamos nós.
Por fim, temos o causador desta desgraça toda a assistir da cátedra de luxo em Paris, sem o mínimo de remorso ou vergonha.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Propostas precisam-se


1) O PCP (através da CGTP) apresentou já algumas propostas como a criação de uma taxa sobre as transacções financeiras; introdução de progressividade no IRC; sobretaxa de 10% sobre os dividendos distribuídos; combate à fraude e à evasão fiscal. São medidas fantasiosas porque, se aplicadas, de imediato o capital fugiria para outras paragens. A última é genérica e apenas um chavão.
2) O Bloco de Esquerda, através da ansiosa Catarina, uma das cabeças da bicéfala liderança legada pelo abade Louçã, informou que o inimigo é a troika e deveremos rasgar o memorando. Assim, segundo o BE, estariam todos os nossos problemas resolvidos. Por lapso, não disse a rapariga o que faríamos de seguida, embora se saiba que, caso o BE mandasse, teríamos um 2º PREC para desgraçar o que resta da nossa economia, mas para gáudio da senil brigada do reumático anti-fascista que ainda vegeta.
4) Por fim o PS. Após a anedótica técnica de fuga de responsabilidade aos cortes de 4 mil milhões, não há muito a esperar de Seguro e seus pares. Eles vão gritando umas medidas demagógicas do género das do PCP/CGTP e limitam-se a querer o crescimento económico, como se fossem os únicos. Só que nunca dizem como.
Perante este cenário de alternativa folclórica por parte da oposição, só nos restam as propostas realistas de Passos/Portas, liderados pelo obstinado Gaspar, que tanto sofrimento causam no nosso povo mas que são a correcção possível dos crimes políticos da desastrosa governação do execrando Sócrates.
Esperemos por melhores dias.

sábado, 3 de novembro de 2012

Limpeza e expulsão

O discurso onde Cavaco incluiu a célebre frase "não sei se ouviu bem" pôs a nú a mentalidade de funcionário público do nosso presidente. Ainda por cima de nível 18 como o próprio fez questão de sublinhar.
Este género de gente estudou e labutou toda a vida com um propósito: entrar para os quadros do Estado, fosse para que cargo fosse e gozar, até à entrada para o túmulo, da inviolabilidade do emprego; ordenado e reforma garantida, com elevadas subidas de salário em época de eleições; mais dias de férias; transportes públicos à borla; sistema de saúde obscenamente privilegiado; progressão na carreira sem esforço, só é necessário esperar num canto discreto e outras benesses revoltantes para os restantes cidadãos que pagam todo este pornográfico festim com o dinheiro dos elevadíssimos impostos que o fisco lhes cobra.
Repare-se que não é só Cavaco, são cerca de 700 mil cidadãos que vivem da gamela pública. Uns trabalham e esforçam-se, outros são uns incompetente, alguns são corruptos, mas todos estão no seu posto inviolável sem grandes preocupações quanto ao ordenado no dia 22 e às férias.
Ora, a ruína do Estado vai pôr cobro a toda esta orgia económica e vai ser preciso acabar com os cidadãos de 1ª (os do Estado) e os de 2ª (os verdadeiros pagadores de impostos, o povo trabalhador da área privada) e tornar todos iguais em direitos e obrigações.
É uma tarefa difícil pois a Constituição (elaborada por funcionários públicos) defende os privilégios dos trabalhadores do Estado com unhas e dentes e o PS (partido dos funcionários públicos) não quer colaborar. Membros do PSD, destacados funcionários públicos como Ferreira Leite ou Pacheco Pereira, atacam o Governo para descredibilizá-lo e dificultar o corte dos seus grandes ordenados, pagos pelo erário público. Veja-se o exemplo da RTP: quando se soube que iriam acabar os 300 milhões que os portugueses pagam todos os anos para o seu funcionamento, iniciou uma facciosa e inaceitável campanha contra o Governo. Aliás, há quem diga que Passos ficou marcado quando defendeu que deveria haver um tecto máximo de 4 mil euros para as reformas pagas pela Segurança Social.
Mas o esforço vergonhoso e anti pátrio da elite gananciosa do funcionalismo público é em vão. Não há dinheiro por cá e os nórdicos, com mentalidade anti socialista e que nos governam actualmente, não vão tolerar a continuação da estrutura burocrática e classicista do Estado Português. Podem os "estatistas" locais apoiar-se em direitos garantidos pela Constituição até à náusea que a realidade demonstrará de forma crua e dura que apenas a existência de dinheiro nos cofres de quem paga garante alguma coisa. Os contribuintes do privado mais esclarecidos aguardam com expectativa o dia da libertação.   



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O Monstro





Temos um Estado gigantesco e sugador da economia do país que não pára de crescer e sugar cada vez mais quem paga impostos.
Quem arca com todo o festim são os impostos cobrados aos trabalhadores do privado e as empresas privadas. Mesmo o IVA pago pelos funcionários públicos provém de dinheiros dos impostos, portanto é um não pagamento de impostos.
O Governo tem tentado diminuir o monstro que é a despesa pública mas a defesa desta está bem blindada pela lei, inclusive a constitucional. Os diligentes juízes do Tribunal Constitucional, que são funcionários públicos, não hesitaram em por em causa o futuro do país e em impedir o Governo de reduzir o monstro.
A nossa economia vai continuar a definhar para sustentar este monstro que se criou após a revolução do 25 de Abril e os funcionários do Estado vão continuar a dispor de ordenados superiores, saúde melhor - até podem ir a hospitais privados que o Estado paga - e reforma por inteiro mais cedo.
Por falar em privilégios e roubos de políticos, não ouvi os manifestantes dos recentes protestos reclamar contra este esbulho, pago pelos mesmos de sempre: os trabalhadores privados e empresas privadas.
Como vai a economia crescer se os investidores privados sabem que boa parte do esforço, mais de metade, vai para o Estado para este, por sua vez, pagar os privilégios de todos os que vivem à custa do Orçamento. E estes não são só os políticos.