Mostrar mensagens com a etiqueta mais austeridade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mais austeridade. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Alternativas à austeridade

Face à situação de descalabro que o País atravessa - podemos todos agradecer ao Sr. Sócrates as consequências da crise internacional serem tão ruinosas para o nosso povo - e face às dificuldades quase desumanas que o Governo PSD/CDS enfrenta para diminuir o deficit, política que nos é imposta pelos credores mas, acima de tudo, pelo bom senso, considero que quem criticar as medidas do Ministro Gaspar de corte de despesa ou aumento de receita, sem acrescentar uma alternativa é: ou mal intencionado, ou ignorante ou diminuído mental.
De notar que podemos encontrar uma ou mais destas características nos detractores do Governo que não apresentem segunda opção.
Dizer que se é contra a poupança e contra o desvario no gasto de dinheiros públicos sem dizer como se faria diferente é das posições mais ridículas nos dias agitados que vivemos, típicas de garotos imberbes e irresponsáveis.  

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Orçamento 2013


Principais medidas do Orçamento do Estado
Confirma-se a sobretaxa de 4% em sede de IRS, que será descontada mensalmente nos rendimentos dos contribuintes e os novos escalões de IRS, que oscilam entre os 14,5 e os 48 por cento. No IMI mantém-se a cláusula de salvaguarda. 

O Governo de Passos e Gaspar continua a sua senda contra a divida pública e o deficit. Indiferentes às pressões fabulosas de tubarões da vida pública portuguesa que sempre viveram à custa do Estado, como Cavaco e Soares, não hesitam em atacar os privilégios obscenos desta gente, das rendas lascivas das corruptas PPP e de fundações inúteis e parasitas do dinheiro dos nossos impostos.
Mas quem mais sofre é o povo. É, mais uma vez, o ordenado do cidadão comum que vai ser reduzido até quase ao limiar da sobrevivência. E, da parte destes não há reclamações desde que o Governo ataque também os benefícios dos grandes, aqueles que ao longo da nossa história sempre têm traído a pátria. Afinal as grandes manifestações de 15 de Setembro não foram contra a Troika, o Governo ou a austeridade, mas sim contra a medida incompreensível da TSU. Tirando os habituais energúmenos que cercam o Parlamento de cara tapada, tudo permanece calmo.

domingo, 16 de setembro de 2012

Despedimentos na Função Pública

Perante estas manifestações por todo o país, bem aproveitadas por um extasiado Louçã que parecia o líder da arruaça, perante o repúdio de todos os quadrantes da opinião pública e mesmo do parceiro da coligação, Passos e Gaspar devem recuar na baixa da TSU para os patrões. De seguida deverão fazer a pergunta dos 100 milhões: que medidas vamos adoptar para estimular a economia e fazer descer o desemprego?
No próximo ano vamos ter de baixar o deficit para 4,5% e em 2014 para os 3%, ou seja o Estado terá de reduzir brutalmente ainda mais a despesa. Que misérias suplementares nos esperam perante tão hercúlea tarefa? Bom, os que hoje tanto se queixam, e com razão, do desespero em que vivemos, preparem-se: em 2013, 2014 virão despedimentos em massa na função pública. Este ano, sem pestanejar, o Governo já deixou 5000 professores no desemprego  e anunciou que os contratos temporários não seriam renovados. Mas isto não deve chegar e o número dos funcionários do Estado vai mesmo reduzir-se. O mito do emprego perpétuo para quem serve o público vai acabar em breve.
Sendo assim, os massivos protestos deste fim-de-semana são uma pura perda de tempo, tirando um putativo recuo do Governo no caso da TSU. Este, ou qualquer outro Executivo, terão de seguir implacavelmente a mesma política de austeridade ordenada pelos nossos credores. Passos, pelo menos, não nos tem enganado quanto ao que pretende fazer.

sábado, 15 de setembro de 2012

TSU

O Governo conseguiu unir todos os quadrantes contra si próprio ao tentar implementar esta ideia de baixar a TSU para empresas, subindo aos trabalhadores. O esquema é uma invenção de um qualquer economista para contornar a impossibilidade de desvalorização cambial mas, actualmente, ainda não passa de um teste e Portugal, conservador e merdoso como sempre foi, não é, de todo, o sitio apropriado para o testar.
Por cá estas inovações só serão aplicáveis depois de serem aprovadas em países que nós admiramos, nomeadamente a Inglaterra. Foi assim que as abjectas PPP começaram: implementadas na Gra-Bretanha foram logo importados por Cavaco e Guterres de maneira suave. Sócrates, vendo o maná à frente da tromba, usou-as de maneira obscena e arruinou o país.
Face à situação de emergência nacional que vivemos; à abertura para o diálogo que Seguro apregoou e à crispação popular que aumenta a olhos vistos, não seria má ideia o PSD e CDS dialogarem com o PS, aceitarem algumas suas propostas e fazê-lo apoiar outras. Querer impôr uma solução destas (baixa da TSU), que é uma grande incógnita, não faz sentido na actual realidade.
Falta saber se o diálogo e a convergência com o PS servirá para acalmar os ânimos da turba. É que nós somos pacíficos e de brandos costumes, mas se nos chega a pimenta ao nariz será difícil parar a revolta

  

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Mais austeridade? Claro que sim!


Passos anuncia mais austeridade
Primeiro-ministro anuncia mais medidas de austeridade depois da quinta avaliação da troika. Passos Coelho fala antes do jogo da selecção - Expresso.

A austeridade aumenta a crise económica, que leva a mais austeridade, depois a mais crise económica e assim sucessivamente? Pois então continue-se com a esta política até à destruição final ou ao equilibrar dos sinais, ou seja, até que a economia comece a crescer - é esta a mentalidade ou o dogma dos financeiros que nos regem. Sendo assim, ou emigramos, ou morremos ou em alternativa começamos a trilhar novos caminhos e novas oportunidades e tentamos fazer crescer a nossa economia e a aumentar o volume de impostos pela via normal.