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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Futuro da Europa e de Portugal

Os países europeus tem de seguir por dois caminhos paralelos e imprescindíveis: controlar as contas públicas e diminuir a dívida e crescer economicamente pela via dos investimentos privados - ainda agora se viu pelo triste exemplo das PPP que o investimento público na economia não resulta, o "New Deal" já não funciona ou, no mínimo, não funciona num país como Portugal.
O Estado, através das reformas estruturais, deve facilitar a iniciativa privada. Hoje quem investe em Portugal ou o faz para não morrer de fome ou por distracção. E este estado de coisas deve mudar pois só assim a economia crescerá. Precisamos também de gestores profissionais. Porque razão os portugueses emigrantes têm níveis de produtividades elevadíssimos e os que cá estão produzem metade da média? Será pela impreparação dos administradores das empresas? Muitos pensam que é essa a razão.
Até lá há que ter calma, ajudar os mais fragilizados e esperar pelas mais valias do sacrifício actual.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Tarde Demais



Não há reequilíbrio das contas públicas sem recessão e enormes tormentos e sacrifícios para o povo, principalmente num país como o nosso onde a economia gastava (e gasta) grande parte da riqueza que produz com o Estado.

Não há economia que cresça com um Estado hiper endividado e sem alternativas de financiamento seja em que parte do globo for, principalmente, num como Portugal onde a economia depende dos investimentos públicos.

Sendo assim,  podemos querer enganar os nossos compatriotas e a nós próprios dizendo que a situação é culpa deste Governo de 9 meses de actividade. Podemos delirar e afirmar que o Executivo faz as mal feitorias que tem feito por gosto ou sadismo. E até pode haver quem acredite por inocência ou queira acreditar por sectarismo. 

Mas o resultado é sempre o mesmo: a despesa do Estado cresceu desmesuradamente, há 6 milhões de portugueses a viver de prestações de dinheiro dos impostos e já ninguém financia este projecto estatista megalómano.

Lamento informar os mais incautos que o terror económico que vivemos era inevitável face aos dislates governativos dos últimos anos e poucos tiveram a coragem de o denunciar. 

A única coisa que poderemos ainda esmolar será uma ajuda à nossa economia por parte dos nossos parceiros europeus do Euro, mas tendo em conta o esbanjar costumeiro de dinheiros da Europa, talvez até essa pretensão seja negada ou posta sob suspeita.