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domingo, 16 de setembro de 2012

António José Seguro


O PS e António José Seguro devem estar vigilantes e procurar congeminar o futuro. Se o Governo de Passos capitular serão eles a liderar o país, de novo, nesta fase de inferneira. Eu não os aconselhava a terem pressa porque não vivemos uma época ordinária, estamos em tempos de transição e ninguém de bom senso pode querer ser Governo numa situação como a que vivemos. Para além dos prejuízos agravados para a economia nacional resultantes de uma crise política.
Passos já disse que não se interessa com eleições, o que parece ser verdade, portanto, deixem-no consumar a dura e ingrata tarefa de sanear as contas do Estado para podermos regressar à regularidade o mais rápido possível (15 ou 20 anos?). Quando terminar a actual legislatura, o PS poderá tornar ao normal estatuto de um partido político e começar a regular luta democrática pelo poder. Até lá, os socialistas deverão empenhar-se em auxiliar o nosso país a retornar à sua independência.
Por outro lado, o país está sob intervenção financeira estrangeira. Governar assim, além de limitativo, deve ser humilhante.
Definitivamente, Seguro é um dos principais interessados na continuidade do Governo de Passos e Portas e deverá tudo fazer para o ajudar. Seja com propostas alternativas, seja com silêncios em momentos chave. PSD e CDS deverão ser mais cooperativos entre si e chamar sempre o PS para decisões indubitáveis para a nossa economia, como teria sido o caso desta anormalidade de diminuir a TSU para os patrões, sendo os colaboradores a pagar a festa.

domingo, 22 de abril de 2012

O sempre imprevisível futuro


Que vai acontecer na organização da distribuição da energia em Portugal? Como vão ficar as relações entre empregador e empregado? E as reformas? Os rendimentos dos funcionários públicos e de todos os 6 milhões de portugueses (número extraordinário) que dependem do Estado? 
São as questões do milhão de dólares, como dizem os estado-unidenses. 
Um facto é um facto: a despesa do Estado tem de reduzir-se. Podem e devem os iluminados contestar o método e alertar para injustiças, mas não há como fugir a esta fatalidade. 
O próprio Governo nada sabe do futuro. Deve ser por isso que emite declarações e intenções ambíguas, que o eleitor e contribuinte já entende como economia de verdade. O ideal, para quem não sabe, seria pura e simplesmente não proclamar suposições, evitando o cansaço pelo massacre da mente do povo. 
Os nossos actuais governantes entregaram ao destino da economia o seu futuro como líderes. Têm uma filosofia, acreditam nela, aplicam-na e esperam que resulte.