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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Conselho de Estado


Esta reunião do Conselho de Estado é apenas mais uma palestra para inglês ver, onde nada se decidirá. Tudo irá continuar na mesma? É o mais provável pois o Sr. Presidente da República já informou que uma crise política, com ou sem eleições, será mau para o país. Toda aquela gente que está junto à residência oficial de Cavaco Silva está a fazer um reduzido magote de algum barulho e insultos em vão.
Mas, no fundo, toda esta contestação é uma perda de tempo.
Caso o Governo de Passos Coelho caia, o que é muito improvável, qual a sequência? Um executivo que acabe com a austeridade? Um Governo que aumente salários e reformas? No máximo, o cenário expectável será um recuo na trapalhada da TSU, de resto tudo irá continuar como dantes.  
Não há alternativa à redução contínua e inabalável de custos no Estado, ou continuação de austeridade, usando expressão diversa. Este postulado pode ser insultuoso ou inacreditável para muitos, mas parece ser isso mesmo: um postulado incontornável e inevitável.
Seria caricato observar o Bloco de Esquerda ou o PCP no Governo após vencerem uma maioria absoluta em eleições. Quando eles verificassem que não tinham o suficiente para satisfazer todos os compromissos públicos, nomeadamente ordenados e reformas sem ajuda externa, esqueceriam rapidamente tudo o que hoje bradam na praça pública.  

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O dinheiro da Troika

Nós ainda vamos vivendo devido ao dinheiro da troika. E quando acabar?
A situação caótica que herdamos de Sócrates, causada por ele e pelo gang que o acompanhava, é de tal modo grave que não será num ano, se calhar nem em 5, que os Ministros deste governo de salvação nacional conseguirão tirar a pátria para longe do abismo.
Entretanto, seria bom afastar o Sr. Relvas e o Sr. Borges da esfera governamental e ainda falar com a Assunção Esteves para que entrevenha na questão dos menus de luxos e quase gratuitos que algum mentacapto quer instaurar no refeitório da Assembleia da República. São estes escândalos que o povo não aceita e minam a acção das autoridades.