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terça-feira, 2 de outubro de 2012

António Borges


António Borges diz que empresários que criticaram TSU são "completamente ignorantes"


Este Borges é mais um erro de casting deste Governo e está a prejudicar seriamente a acção e a imagem do executivo. Trata-se de alguém que medra no mundo académico, teve cargos de relevo em organismos internacionais e convenceu-se de infalibilidade própria. Portanto, um caso de narcisismo doentio extremo.
Passos Coelho deve remodelar rapidamente, após a aprovação do orçamento e retirar todos os abcessos ministeriais que encravam a acção executiva e Borges é, claramente, um desses casos. 


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Reflexões


1 - A solução apresentada por António Borges para a RTP é incongruente. Entregar uma empresa pública a privados e pagar por isso não lembra ao diabo, só se for para manter os canais internacionais de cabo mas este serviço pode e deve ser auto sustentável. Talvez nem o próprio anunciante da ideia acreditasse no que dizia e estivesse apenas a provocar os adversários. Se era essa a intenção conseguiu-o em toda a linha.
Mas permanece o problema dos 300 milhões de euros que a RTP nos custa a todos anualmente. Acabar com esta despesa aliviaria a conta da electricidade ao povo e, mais um pouco, o deficit do Estado. Sobre esta questão Passos Coelho foi peremptório ao dizer que não é sustentável e tem de acabar. Sendo assim, como vai a RTP sobreviver no futuro? O mais certo é acontecer como em tantas outras matérias: chega-se a um compromisso e não se prejudica quem mais influência possuir. 

2 - Os cortes na despesa pública são maus para a qualidade de vida geral e todos estão contra. Se o Governo arranja mais um meio de reduzir custos logo aparecem vozes discordantes, principalmente dos directamente afectados. 
O problema é que ninguém diz onde se vai buscar a verba para manter o mesmo nível de despesa social. Antes era fácil e pedia-se emprestado ao estrangeiro, hoje esse método não é viável e ninguém aponta outro caminho. Sendo assim as criticas à austeridade são ocas, inúteis e apenas pretendem enganar o povo. 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

RTP Concessionada?


Borges deve gostar de alimentar peguilhas sobre vários tópicos caros à esquerda e depois deleitar-se, na penumbra, com as reacções histéricas de socialistas, saudosistas, burocratas e outros parasitas, além, é claro, da já quase extinta brigada do reumático anti-fascista.
Mas a observação mais certeira e racional sobre esta polémica em volta da privatização/concessão da RTP vem de Passos Coelho. Aquela empresa custa 300 milhões de euros aos portugueses todos os anos e este esbulho, segundo Passos, não pode continuar. Quem não gosta de ser roubado, apoiará certamente esta declaração do 1º Ministro.
Por outro lado, ouvir os "excelentes" gestores da RTP dizer que dão lucro, revolta qualquer cidadão mais esclarecido e de boa fé. Eles conseguiram que a empresa viva dos subsídios que recebe sobrando uns trocos, nada mais. Embora, tendo em conta o regabofe que ainda há pouco era regra com os dinheiros públicos, se possa considerar um feito positivo.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

António Borges

António Borges, sem mérito próprio, nasceu com uma vantagem relativamente aos restantes cidadãos: aspecto nórdico - cabelo ruivo e pele clara. Estas características são vantajosas por cá pois a população ainda não esqueceu o tempo em que os celtas loiros se tornaram nos nobres terra tenentes e dominaram o país durante séculos. Quem não conhece um nórdico português beneficiado em relação a um latino ou africano nacionais que ponha o dedo no ar! António Borges nunca teria a áurea mística de que desfruta caso fosse cigano ou algarvio. 
Depois o homem estudou na zona anglo saxónica, trabalhou para a estranhíssima Goldman Sachs e esteve no FMI, de onde foi afastado na sequência do escândalo Khan. Estas características num português tornam-no motivo de bajulação anedótica e serôdia e também de inveja. A propalação de que teria sido afastado do FMI por incompetência é, além de especulação, consequência dessa inveja.
Pela nossa parte já vimos algumas entrevistas de António Borges e extraímos quase zero de substância. Portanto, só a tal adulação incompreensível a Borges explica a sua entrada esquisita e perigosa para este Governo de Passos Coelho.