Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Passos Coelho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Passos Coelho. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O discurso de Passos nas Janeiras

Passos Coelho deseja que os portugueses em dificuldades consigam ver "a luz ao fundo do túnel
Pedro Passos Coelho deixou uma mensagem ao país depois de ouvir dois  grupos folclóricos cantarem as Janeiras, nos jardins da residência oficial  de São Bento, em Lisboa

Quando Passos Coelho se refere "aos que não gostam muito deste Governo" deveria ter dito ao membros da esquerda radical, onde estão incluídos os exaltados do PS, que "odeiam este Governo". E as reacções da populaça e opinião pública em geral são de uma tal jactância negativista que, razoavelmente, poderemos pôr em causa a racionalidade dos opositores esquerdistas radicais ao Executivo.
Nesta fase, a cegueira anti Passos é de tal forma exacerbada que ele poderia afirmar: "pronto seus esquerdistas, vocês têm razão. Vamos rasgar o acordo da tríade, sair do euro e da União Europeia, deixar de pagar a divida e ligar a máquina de impressão de novos escudos para distribuir dinheiro a rodos por todos". Nem com uma afirmação fantástica deste género, o povo gonçalvista e estalinista aplaudiria o 1º Ministro. E, note-se, é exactamente isto que os integristas de esquerda querem. 

sábado, 29 de dezembro de 2012

PPC e o Facebook


Passos Coelho diz que o "Pedro" do Facebook e o primeiro-ministro são a mesma pessoa
Pedro Passos Coelho recusa que o "Pedro" que assinou uma mensagem de Natal na sua página pessoal da rede social Facebook e o primeiro-ministro sejam duas pessoas e que digam coisas diferentes

Chegam a ser constrangedoras as constantes e insistentes declarações de Pedro Passos Coelho. Mas o homem ainda não percebeu que quanto mais fala mais se queima e degrada a sua imagem? Sócrates também tinha esse defeito, falava de mais, sem qualquer reflexão ou preparação. A sua imagem foi-se degradando a um tal ponto que desapareceu da cena política. Pedro vai pelo mesmo caminho. Numa altura em que se impunha algum recato, até por respeito para com os sacrifícios dos portugueses, o 1º Ministro grita, fala e espalha-se ao comprido todos os dias.
É caso para perguntar se esta actuação de PPC é por pura incompetência de quem o aconselha, dele próprio ou ele quer mesmo perder as eleições autárquicas de forma vergonhosa para ter um bom argumento para se demitir e ir tratar da sua vida?

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Políticos cacarejantes


Portugal tem tido 1º Ministros extremamente faladores, casos de Guterres e Sócrates. A Guterres puseram mesmo a alcunha de Picareta Falante.
Mário Soares, quando o abordavam com casos mais polémicos (quase sempre tricas inúteis e irrelevantes), respondia mais ou menos assim: "o meu amigo sabe bem que nesse assunto não faço quaisquer comentários".O resultado da prudência de Soares é que ainda hoje, apesar de casos lamentáveis que vão surgindo como o da  multa por circular a 200 km/hora, ainda é um personagem querido, ouvido e respeitado.
Temos agora Pedro Passos Coelho.
Este senhor governa num período muito difícil para o país. É necessário cortar milhares de milhões de € na despesa do Estado, não havendo margem para divergir neste assunto a não ser no método, cortes esses que afectam a vida mais intima do povo e o 1º Ministro resolve adoptar uma postura de político em eleições prometendo coisas que não sabe se pode cumprir e divulgando pensamentos que se vê terem algo de vendedor de banha da cobra. Portugal já vive em democracia há quase 40 anos e a população já descodifica facilmente as intenções por trás da "conversa" fácil dos políticos". Resumindo, passámos de uma fase em que o Governo não comunicava, para outra em que comunicava mal e estamos agora numa em que comunica enganando.
Talvez o povo prefira a 1ª fase. Já sabe que o país está mal e que tem de pagar os prejuízos dos desvarios dos últimos anos. No processo, que irá demorar, prefere não ouvir os governantes opinando/massacrando.     

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Troika


Após um ano de ajuda internacional, realmente, estamos bem pior do que estávamos há dois anos e daqui a dois anos estaremos, possivelmente, bem pior que hoje.

Mas, o nível de vida que temos e teremos no futuro é que é o verdadeiro, o real. O conforto que vivemos nos últimos lustros deveu-se, quase exclusivamente, aos impressionantes montantes de capital que pedimos aos financeiros internacionais e que teremos de pagar.

Há razões para ter esperança? Tudo se faz de mudanças. Empresas obsoletas, mal geridas durante décadas acabam e têm de ser substituídas por outras modernas e bem administradas. O Estado tem de se reformar para não ser um estorvo ao desenvolvimento. O Povo tem de utilizar o conhecimento adquirido com a melhoria das habilitações em prol do País.

Portanto, está nas nossas mãos salvar Portugal. Deixemos de culpar os políticos de todos os males, temos apenas de lhes exigir que sejam honestos e reformem o Estado e tomemos nas mãos o nosso futuro colectivo. 

quarta-feira, 14 de março de 2012

Governo de Portugal



Posição de PM e Ministro das Finanças
perante acusação de favorecer os mais
fortes e serem impiedosos com os mais fracos
O 1º Ministro gosta muito de falar à comunicação social de assuntos banais. No passado recente, concedeu 3 entrevistas seguidas repetitivas e onde nada se disse de substancial.


Com isso, a sua imagem na paciência dos portugueses vai-se degradando, mas Passos lá saberá o melhor para ele.

E os casos confusos vão surgindo em catadupa:
- No suposto favorecimento à Edp, o ex-secretário de estado queria reduzir os lucros excessivos na produção e venda de electricidade, pagos pelos consumidores, e foi demitido; 
- No episódio da Lusoponte, com o pagamento duplo de portagens na ponte 25 de Abril e o Estado mostrou-se incapaz de exigir a devolução do dinheiro; 
- No pagamento revoltante de dividendos a futuros (!!) accionistas da EDP, REN ou TAP, ou seja, os dividendos obtidos enquanto o Estado era dono, são pagos, no ano seguinte, aos novos proprietários das acções. A Secretária de Estado das Finanças já veio dizer que é costume fazer-se isto, para estupefacção geral.

Contra todos estas confusões/escândalos, o Sr. 1º Ministro, que tanto fala noutros casos, limita-se a dizer: "era o que faltava" - "então boa noite", respondem os contribuintes portugueses.  

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Factos desde Portugal


- Uma farmacêutica suspendeu a venda de medicamentos aos hospitais devido ás dividas acumuladas;
-O desemprego atinge níveis elevadíssimos e todos os dias fecham empresas;
- Milhares de portugueses não vêem alternativa de trabalho cá e emigram;
- O Estado continua um monstro de burocracia, contradições e complicações desanimando quem quer investir;
- As famílias vão falindo e entregando as casas aos bancos. Soube-se recentemente que o número de casos em que ambos os cônjuges estão desempregados vem aumentando;
- Os portugueses afirmam em sondagens que este Governo é mau mas não acreditam que outro fizesse melhor;
- A divida publica do país, excluído empréstimo da troika, é de 200 mil milhões;
- Se não existisse a monumental conta de juros da chamada divida soberana, o Orçamento de Estado teria superavit;
- Não temos empresários e investidores suficientes nem há capital nos bancos para emprestar aos poucos que existem. A economia não cresce;
- A única esperança nacional é a industria exportadora, mas os nossos principais clientes são europeus e também estão com dificuldades;
- A oposição ao Governo argumenta que se deve diminuir a austeridade, mas não revela onde iria buscar as verbas necessárias;
- Há doentes que não vão aos tratamentos por não conseguirem pagar o transporte;
- Estamos a sofrer uma seca e prevê-se uma desastrosa época de incêndios;

etc, etc, etc.

Como dizia o sábio reduzindo a argumentação: "estamos tramados e só um milagre nos salvará".