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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Tiago Monteiro


Tiago Monteiro reclama dívida ao Estado de seis milhões
Valor, a pagar através da Parkalgar, empresa privada detentora do Autódromo do Algarve, teria sido o acordado pelo Governo de José Sócrates para financiar a entrada da equipa do piloto nos campeonatos de GP2.

Pela descrição no texto vemos como Sócrates andava numa roda vida delirante, demonstrando já alguma loucura, de promessas e enganos. Eram milhões para este piloto, milhões para aquele estudo, milhões para ajudar nas SCUT, milhões para tudo e milhões para nada. Neste caso disse ao corredor que lhe dava o dinheiro sem papeis sem nada. Era um regabofe que agora temos de tentar pagar com fome e miséria.

Este piloto deveria ter vergonha e calar-se. Como é que o homem não vê que vai ser motivo de chacota por ter acreditado na Palavra do inenarrável Sócrates? E, ainda por cima, atreve-se pedir o dinheiro numa altura destas. Então os hospitais não têm verba para remédios e vamos dar-lhe 6 milhões para as corridas? Só pode estar a brincar ou perdeu a noção do ridículo.

terça-feira, 27 de março de 2012

O legado de José Sócrates


Em 2005, Sócrates prometeu que iria reconstruir Portugal
A nossa situação era péssima, como hoje, devido a dívidas e buracos financeiros gigantescos que se iam descobrindo por todo o lado.
Os portugueses compreenderam melhor porque Durão tinha cavado.
Sócrates, inversamente, disse que nunca fugiria (o que se revelou verdade) e que tomaria todas as medidas necessárias para inverter o caos em que estávamos, nem que isso lhe custasse a reeleição
Nos primeiros 2 anos de mandato, Sócrates tentou iniciar as suas reformas: na Segurança Social adiou por uns anos a falência do sistema mudando a formula de calculo das pensões, na Educação deu inicio à avaliação de professores, na Saúde começou a fechar urgências inúteis, acabou com os dois meses de férias dos juízes, abriu as para farmácias, acabou com a saúde especial para familiares de militares.
Caiu-lhe meio mundo em cima. Cortes de estrada, manifestações, grávidas que davam à luz em ambulâncias, histeria de populares mal informados, autarcas que se diziam ameaçados e muita desinformação. O Governo tremeu.
Neste ponto Sócrates perpetra o maior erro político da sua carreira: não reparou que subia constantemente nas sondagens, ou seja, o povo, que maioritariamente ficava em casa, apoiava-o.
Iludido pelas arrudas de protestos e com medo de perder as eleições, anula todo o esforço e recua em toda a linha. Foi uma ocasião perdida para o pais e o princípio do fim de Pinto de Sousa.
Nas eleições seguintes, Sócrates perde a maioria e opta pelo caminho da propaganda. Já que o povo não queria reformas (julgou ele) iria antes dar pão e circo – a campanha eleitoral e o marketing começaram desde logo.
Tendo estoirado a crise internacional, por cá era tudo um mar de rosas nas palavras do 1º Ministro, não havia contrariedades e poderíamos resolver todos os nossos problemas sozinhos, apesar dos mais conhecidos mestres de economia do pais e do mundo dizerem o contrário.
2º grande erro: o 1º Ministro poderia ter dito a verdade. Diria que as reformas teriam de avançar, a despesa teria mesmo de diminuir e pediria a responsabilização e ajuda do PSD.
Mas não, preferiu continuar a negar a realidade e a falar em TGV, aeroporto e mais e mais despesa. Até que o FMI entrou mesmo,
Quando o povo viu que Sócrates o tinha enganado e que afinal a ajuda estrangeira era mesmo necessária afastou-o do poder com um pontapé eleitoral fulminante – a libertação.
Temos agora de cumprir o exigente plano da troika com grandes sacrifícios para a população e não há capacidade de falharmos para não irmos para a sanita da história, que é um caminho sem retorno.
Hoje é frustrante ouvir os grandes peritos de economia dizerem que se tivéssemos pedido ajuda mais cedo as contrariedades seriam muito inferiores.
Entretanto, Sócrates balda-se para Paris.
Perante estes factos, ainda há quem explique a queda de Sócrates por acção de uma campanha maléfica bem urdida por um grupo de mal feitores sem escrúpulos.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Cavaco (faca) vs Sócrates (alguidar)

Algo está profundamente errado no nosso sistema político. As relações entre Presidente e 1º Ministro não têm sido boas, o que não é positivo.

Eanes zangou-se com Sá Carneiro, Soares e Balsemão;

Soares zangou-se com Cavaco e perseguiu o Governo;

Santana diz ter sido traído por Sampaio;

Cavaco revela agora o que todos sabíamos sobre as suas relações com Sócrates.

Quem perde é a paciência dos portugueses, principalmente dos desempregados e mais pobres.