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sábado, 17 de novembro de 2012

Cobrança de impostos


O Governo continua a usar uma táctica engenhosa para conseguir mais receita dos bolsos já depauperados dos contribuintes portugueses. Note-se que essa receita é necessária para sustentar os 6 milhões de portugueses que vivem à custa do Orçamento de Estado.
E a táctica é a seguinte: 
Se o Governo precisa de cobrar 4 num determinado item, pede 10. Vêm os protestos da massa de portugueses pagantes e o Executivo baixa para 7. Espera para ver como param as modas e ou mantêm os 7 ou baixa ainda mais para 5 ou 6. Só nos casos de protestos massivos baixa efectivamente para 4
Ou seja, era necessário cobrar 4, consegue-se um valor superior e o Governo ainda fica com a imagem de dialogante e compreensivo.
Pois já é tempo de acabar com estas jogadas fiscais e atacar o bicho de frente.A despesa pública tem de diminuir e mais gente tem deixar o certeiro ordenado vindo do dinheiro dos impostos e arriscar uma aventura na área privada. 
Quem paga os impostos no nosso país agradece.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Orçamento 2013


Principais medidas do Orçamento do Estado
Confirma-se a sobretaxa de 4% em sede de IRS, que será descontada mensalmente nos rendimentos dos contribuintes e os novos escalões de IRS, que oscilam entre os 14,5 e os 48 por cento. No IMI mantém-se a cláusula de salvaguarda. 

O Governo de Passos e Gaspar continua a sua senda contra a divida pública e o deficit. Indiferentes às pressões fabulosas de tubarões da vida pública portuguesa que sempre viveram à custa do Estado, como Cavaco e Soares, não hesitam em atacar os privilégios obscenos desta gente, das rendas lascivas das corruptas PPP e de fundações inúteis e parasitas do dinheiro dos nossos impostos.
Mas quem mais sofre é o povo. É, mais uma vez, o ordenado do cidadão comum que vai ser reduzido até quase ao limiar da sobrevivência. E, da parte destes não há reclamações desde que o Governo ataque também os benefícios dos grandes, aqueles que ao longo da nossa história sempre têm traído a pátria. Afinal as grandes manifestações de 15 de Setembro não foram contra a Troika, o Governo ou a austeridade, mas sim contra a medida incompreensível da TSU. Tirando os habituais energúmenos que cercam o Parlamento de cara tapada, tudo permanece calmo.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Taxas de retenção de IRS




O aumento das taxas de retenção do IRS, é mais acentuado para os rendimentos situados nos escalões intermédios e mais elevados.

Em Portugal existem muitas queixas de graves disparidades entre rendimentos das várias classes sociais. Por exemplo, uma secretária pode ganhar 500 euros, um operário 550 e o administrador 10 000, passando por um chefe intermédio que tira 4000, com carro, cartão de crédito e outras mordomias. Nunca ninguém explicou estas irracionalidades da economia portuguesa, portanto, somos levados a concluir que os quadros mais altos das empresas se aproveitam dos seus poderes e têm vindo a aumentar escandalosamente os seus rendimentos. Por precaução, conferem grossas migalhas aos quadros intermédios, pois se não o fizessem estes teriam influência bastante para pôr em causa a justeza dos seus exorbitantes rendimentos.

Esta crise e estas medidas governamentais podem contribuir para atenuar a tal disparidade de salários. Como é referido pelo Governo, afectam principalmente os rendimentos mais altos.

É pena os rendimentos mais baixos não poderem subir. Qualquer cidadão racional facilmente entende que o papel de todos os trabalhadores é igualmente importante em qualquer empresa, desde a senhora da limpeza aos mais alto quadro. E accionista que não perceba isto e actue em conformidade, pode ter a certeza que a sua empresa não vai longe.