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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O fantasma de Sócrates


Uma nova perspectiva do golpe de partido em curso no PS

 Parece que a trupe socratista que ainda não foi extirpada do PS, nem deverá sê-lo tão cedo, quer ter os dois pássaros na mão: expulsar Seguro e entalar Costa para, em definitivo, abrir o caminho da liderança a um cúmplice de Sócrates mais expressivo. Tipo Santos Silva ou até mesmo o Galamba.

Costa ataca Seguro e liderança


O espectáculo trágico-cómico que se vive no PS de luta pela liderança deriva do regresso aos mercados. O PS só sabe governar, muito mal, com acesso aos mercados. Não foi à toa que o parisiense Sócrates (que está lá à custa dos pais e de um empréstimo, note-se) dobrou a divida do país. Assim, os detentores presumidos do voto dos funcionários públicos já afiam as facas com vista ao regresso ao poder, ao uso do orçamento e a um dobrar ou triplicar da divida.
Mas esquecem-se os socialistas de pacotilha que o povo não é obtuso e percebe todas estas manobras, não devendo cair de novo na esparrela.
Pode ser a grande oportunidade do Bloco, já que PSD e CDS estão arruinados e ninguém acredita no PCP: ganhar as eleições, com maioria absoluta e resolver por fim todos os problemas de Portugal com emprego e dinheiro para todos - este último parágrafo é apenas ironia.  
   

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Seguro é um bom seguro


De repente, com a baixa enorme dos juros que nos pedem no estrangeiro para  mais empréstimos  Passos e o Governo passaram para a berlinda, no sentido positivo da expressão e Seguro e o PS começam a perder a face. Passos teve ainda declarações felizes ao dizer que devemos ter excedentes orçamentais para poder diminuir a divida e que o país não pode esperar pela indecisão e recusa em dialogar do PS. Basta que a economia tenha algum resultado positivo, como a diminuição, mesmo que ligeira, do desemprego, para que as sondagens desfavoráveis a PSD e CDS se invertam.
Mas ainda não estamos em campanha eleitoral e Seguro é o melhor seguro do Governo para as próximas eleições. Ele é medroso, não sabe o que fazer ou dizer e deve ser pouco atacado pela direita, está a entrar em descrédito e é o melhor adversário para as próximas legislativas. Embora se desconfie que Costa não fará melhor é melhor não arriscar e ir defendendo o incipiente António José.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Os vigaristas irresponsáveis


Já se sabia que PCP e Bloco de Esquerda iriam rejeitar liminarmente este corte de 4 mil milhões. São coerentes com a politica irresponsável que defendem: rasgar o memorando, sair do euro e da UE e deixar de pagar a divida. Teríamos depois de fazer como Cuba e depender das esmolas do petróleo da Venezuela para comer, mas, além de não haver nenhuma Venezuela que nos ajude, a esquerda radical não explica como faríamos depois.
O CDS não quer, e muito bem, esbulhos fiscais. Como é que vai ser? Não quer também cortes na despesa? Esperamos para ver...
O PSD está com a brasa nas mãos. É o único que não pode rejeitar este corte de 4 mil milhões de forma coerente, mas está a mostrar muita incerteza na hora da verdade. Esperemos que apresente um bom plano não penalizador para os mais pobres.
Agora, a posição do PS e de Seguro é completamente ridícula. Nem quer ouvir falar no assunto, discutir ou conversar. Nega qualquer compromisso com a questão e faz má cara a quem lhes diz que devem ser responsáveis e ajudar neste problema gravíssimo. Mas que gente é esta? 
PSD e CDS deveriam expor esta conduta inacreditável dos socialistas para que o povo perceba como são enganadores e manipuladores.    

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Seguro no Natal 2012


Seguro critica Governo em mensagem de Natal
Grandes dificuldades de 2013 poderiam ser menores se Governo quisesse, defende secretário-geral do PS na mensagem com a qual pretende desejar um feliz Natal aos portugueses.


Infelizmente, Seguro continua a fazer um diagnóstico da situação de miséria que o País atravessa sem se preocupar em afirmar o que faria de diferente. Diz que quer crescimento económico para o país sem ordenar o rol de medidas que tomaria enquanto 1º Ministro para que esse crescimento acontecesse. Mesmo assim, todos sabemos que são precisos investidores com aceso a capital que invistam na nossa economia para que o dito crescimento aconteça.
Mas o pior é que este cavalheiro sabe que Portugal não tem autonomia de governação enquanto estiver sobre resgate e, fosse o PS Governo, teria as mesmas limitações na acção e efectuaria as mesmas políticas que agora são implementadas por Passos.
Por fim, o PS ainda não fez o acto de contrição. Não assumiu perante o povo que tomaram uma política profundamente errada no Governo Sócrates, causa da ruína nacional. E, perante todas as suspeições sobre o ex-1º Ministro, ainda não explicaram quem paga a vida de luxo que ele leva em Paris. São milhares de euros que Sócrates gasta por mês na capital das luzes, quando há uns anos chegou à capital, vindo da província, apenas com uma mala de cartão.  

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Seguro? Não me façam rir.


Declarações de Miguel Relvas "são falsas"
Socialistas reagem às acusações do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares. E contra ataca: "Nem entre os partidos da coligação houve negociação".


O dirigente socialista reage às declarações do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas que, esta manhã, disse à Antena 1 que "o PS fugiu a um entendimento (sobre a reforma administrativa) como o diabo da Cruz".


Os indícios que temos para observar na actuação do PS nos últimos tempos, levam-nos a dar razão ao Ministro Relvas.
Seguro foge de qualquer compromisso como as ovelhas fogem do lobo ou os periquito das cobras. 
Nim, não sabemos, não queremos ir por esse caminho, não nos comprometemos, só queremos crescimento económico, são as respostas mais ouvidas aos líderes socialistas, quando todos sabem que se eles forem para o Governo terão de fazer as mesmas malfeitorias que Passos nos tem feito
Por isso, se calhar Miguel Relvas tem razão.
Embora fosse aconselhável o PSD não atacar muito Seguro e compadres. Eles são os melhores adversários possíveis do Governo neste momento. As sondagens são apenas indicativos. No momento de pôr a cruz, o eleitor vai pensar no branqueamento dental de Seguro, na sua expressão amorfa e na falta de coragem (além do discurso enganador) e a caneta vai fugir para o quadrado de Passos ou Portas. 
Provavelmente Portas é que vai ser o voto de protesto contra Passos. 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Martelo pneumático falante


Seguro quer suspensão da privatização da TAP
António José Seguro diz que "a TAP não é uma empresa qualquer" e a sua privatização deve ser suspensa.


Este homem é o novo picareta falante, será mesmo um martelo pneumático falante.
Ele está rouco de tanto falar e com um ar exausto de tantas ideias parir.
Quando for grande, mas mesmo grande, parece que ele quer ser 1º Ministro e deve consegui-lo, mas não deverá ter mais de uma semana de estado de graça. Os cidadãos estão fartos de o ouvir a mandar bitaites e estar contra tudo que se sabe que ele terá de cumprir.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Seguro quer eleições! (Será?)


Seguro admite exigir eleições antecipadas
"Quando o PS entender que este Governo não tem condições para continuar, eu não subscrevo uma carta, apresento uma moção de censura e exijo eleições antecipadas", disse António José Seguro.

Seguro está espicaçado pela humilhação que PCP e Bloco lhe infligem quase diariamente ao tratarem o PS e ele próprio como crianças e partido menor. A extrema esquerda exige que seja o PS a mudar de ideologia e de posições se quer formar um governo de esquerda.
Sendo assim, Seguro, sempre tão cauteloso quando se trata de fazer cair o Governo, veio dar um murro no ar e fazer voz grossa para mostrar que ele e o PS é que dominam a esquerda governativa.
Quanto ao desejo de Seguro de eleições antecipadas tudo não passa de bluff. O homem reza para que o Governo Passos se mantenha, tome as iniciativas piores que aí vêm para que o poder lha caia no colo num tempo mais calmo.

sábado, 6 de outubro de 2012

Feriado de 5 de Outubro


"Quando eu governar o 5 de Outubro será feriado", promete António José Seguro

Esta promessa de Seguro vem na senda da demagogia alambazada que o PS sempre usou para ganhar eleições. Fernando Gomes, aquando da eleição de Guterres (1995), também prometeu o fim das portagens na A3 e A4 se o PS ganhasse as eleições. E o povo, beneficiado directamente pela medida, votou em massa nos socialistas, demonstrando ter uma enorme imaturidade cívica e uma noção de honradez muito limitada. O voto popular é o mais importante instituto de funcionamento da democracia e deve ser usado com racionalidade e não vendido por valores menores, como o poder passar nas cabinas de cobrança de portagens sem desembolsar. 
Entretanto passaram quase 20 anos, temos a geração mais bem formada de sempre. Será que os eleitores se vão aperceber que, com estas propostas, o PS os está a tratar como pirralhos ou atrasados mentais e pune devidamente os enganadores? 
Sinceramente, não acredito que este PS de Seguro tenha a essência perversa do PS de Sócrates, mas estas promessas inócuas não auguram os melhores desenvolvimentos. 

domingo, 16 de setembro de 2012

António José Seguro


O PS e António José Seguro devem estar vigilantes e procurar congeminar o futuro. Se o Governo de Passos capitular serão eles a liderar o país, de novo, nesta fase de inferneira. Eu não os aconselhava a terem pressa porque não vivemos uma época ordinária, estamos em tempos de transição e ninguém de bom senso pode querer ser Governo numa situação como a que vivemos. Para além dos prejuízos agravados para a economia nacional resultantes de uma crise política.
Passos já disse que não se interessa com eleições, o que parece ser verdade, portanto, deixem-no consumar a dura e ingrata tarefa de sanear as contas do Estado para podermos regressar à regularidade o mais rápido possível (15 ou 20 anos?). Quando terminar a actual legislatura, o PS poderá tornar ao normal estatuto de um partido político e começar a regular luta democrática pelo poder. Até lá, os socialistas deverão empenhar-se em auxiliar o nosso país a retornar à sua independência.
Por outro lado, o país está sob intervenção financeira estrangeira. Governar assim, além de limitativo, deve ser humilhante.
Definitivamente, Seguro é um dos principais interessados na continuidade do Governo de Passos e Portas e deverá tudo fazer para o ajudar. Seja com propostas alternativas, seja com silêncios em momentos chave. PSD e CDS deverão ser mais cooperativos entre si e chamar sempre o PS para decisões indubitáveis para a nossa economia, como teria sido o caso desta anormalidade de diminuir a TSU para os patrões, sendo os colaboradores a pagar a festa.

sábado, 7 de abril de 2012

Vingança


Quem anda a tramar Seguro?

Ex-ministros de Sócrates, antigos apoiantes de Francisco Assis, entusiastas de António Costa e um grupo parlamentar que parece ingovernável. As ondas de choque causam brechas na liderança socialista

(título da Visão)

Ainda está para aparecer o político que galvanize os portugueses. Talvez um que fale verdade e seja seguro e documentado naquilo que diz e faz. Mas não se vislumbra nenhum líder político em Portugal com estas características e Seguro não o é de certeza. 
Quando ele acusa Passos de ter paixão pela austeridade ou que nunca teria retido subsídios aos portugueses, está a enganar os eleitores e contribuintes e o povo sabe-o perfeitamente.
Por outro lado, ele tem um grupo parlamentar escolhido pelo seu arqui-inimigo Sócrates que lhe obedece totalmente (ao que está refugiado em Paris, bem entendido) e que vai minando a sua acção. Só não se percebe o objectivo dos apaniguados de Pinto de Sousa. Acaso acreditam que a facção socratista irá regressar ao poder?
Por último, o plano da troika assinado pelos dirigentes do Governo PS. Como é que o homem pode ser autónomo e coerente se tem de obedecer a uma cartilha daquele género? Nem o Governo PSD tem grande margem de manobra quanto mais o PS na oposição.

domingo, 25 de março de 2012

António José Seguro


António José Seguro está piamente persuadido que vai estar 4 anos à frente do PS e irá disputar as próximas eleições com Passos Coelho/Paulo Portas em 2015. 
Nessas eleições, os portugueses ainda se vão lembrar do ruinoso Governo de Sócrates e dos sacrifícios que tiveram de fazer para atenuar a desgraça que, juntamente com a crise internacional, causou. Mas António José tem uma vantagem: era adversário de Sócrates desde umas eleições internas do PS na Beira Baixa (Covilhã) e esteve sempre afastado de qualquer cargo dirigente enquanto Sócrates reinou e desbaratou. Teve sorte. Como Pinto de Sousa não perdoa dissidentes, afastou-o, involuntariamente, do descalabro. 
Mas o grande problema vão ser as eleições intercalares. 
Se o Governo tiver sucesso nas medidas que está a implementar, o desemprego diminuir e as contas começarem a ser pagas, Seguro será rapidamente apeado do lugar, pois o Governo não terá grandes perdas nas autárquicas e europeias. Caso PSD/CDS não consigam estancar a hemorragia nacional e as dificuldades se prolonguem até final da legislatura, a história para António José será completamente diferente. Haverá alguma penalização para o Governo e o PS manterá o seu líder na esperança de reconquistar o poder. 
Contudo, mesmo que se mantenha como líder da oposição, mesmo que as dificuldades dos portugueses se prolonguem, mesmo sabendo que Seguro era contra Sócrates, o ressentimento contra o ex-Governo é tão forte que os portugueses não quererão mudar de rumo a voltar aos tempos anteriores à libertação: dividas, teimosia, incompetência; dos milhões gastos irresponsavelmente para as próximas gerações pagarem, como aconteceu no consulado de Sócrates. 
Sendo assim, Seguro deve mentalizar-se acerca de 8 ou 12 anos na oposição!