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domingo, 9 de dezembro de 2012

Ministro Álvaro não desiste


Portugal e mais quatro países vão propor a reindustrialização da UE
A proposta tem sido dinamizada pelo ministro da Economia e do Emprego Álvaro Santos Pereira com o seu homólogo espanhol. O grupo considera que chegou o momento de a União Europeia (UE) inverter o ciclo de deslocalização de empresas e perda de emprego.

Álvaro, como este ministro gosta de ser chamado por toda a gente, escandalizou os sôtores nacionais por isso mesmo. Como era possível um académico, ministro, não exigir um tratamento digno? Como era possível ser tratado por Álvaro pelo seu motorista? O nosso mundo académico, depois de ter um 1ª Ministro com licenciatura falsificada, via agora um escândalo destes. Era o fim dos tempos.
Mais tarde, o grande Álvaro dá a ideia de massificar e mundializar a marca Pastel de Belém. Os miseráveis mentais que pululam por todo o lado arrasaram a excelente ideia do ministro. Os comediantes não tinham capacidade de compreender o alcance e a oportunidade de negócio que Álvaro lhe punha à frente das fuças. Devem ter sido os mesmos que chamaram forreta a Ingvar Kamprad, quando este visitou Lisboa e ficou numa pensão barata e circulava de eléctrico.
O Ministro Álvaro é dos poucos a perceber o verdadeiro problema do mundo ocidental: a fuga da indústria para oriente. Tenta lançar por cá melhores condições fiscais para quem queira investir em novos projectos e agora surge como líder deste projecto importantíssimo de reindustrializar a Europa

quinta-feira, 8 de março de 2012

Príncipes, doutores e burgueses

- Não hajam dúvidas que Cavaco Silva é perseguido devido às suas origens familiares humildes e à forma insegura como reage aos ataques; 
- José Sócrates começou a ser atacado após se saber que não era um verdadeiro engenheiro e tinha uma licenciatura manhosa, não por acaso está agora a melhorar o seu curriculum académico em França. Um dos ataques inadmissíveis de Manuela Ferreira Leite a Sócrates nas penúltimas legislativas foi precisamente a sua má preparação académica; 
- o ódio a Armando Vara, Pinto da Costa, Valentim Loureiro, Torres Couto, Carvalho da Silva e muitos outros, deriva precisamente da falta de crivo académico normal de todos eles ou falta de berço ilustre; 
- Jerónimo de Sousa já é mais respeitado, mas no início da sua liderança no PCP muitos ficaram estupefactos com a sua falta de licenciatura; 

- Por último Álvaro Santos Pereira lançou o pânico ao pedir que o tratem por "Álvaro". Para os medíocres locais é inadmissível um ministro com este comportamento. 

E repare-se que esta discriminação é tanto maior quanto mais baixa for a situação social, económica ou académica de cada um dos que descrimina. 

É o povo que temos e há quem diga que esta nossa característica é já multi secular.